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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1366

Ela terminou de falar e percebeu claramente a mão de Osvaldo, que estava sobre seu abdômen, tremer ligeiramente.

Denise apertou os lábios e, vendo que Osvaldo permanecia em silêncio, falou baixinho.

"Você não está feliz?"

Osvaldo balançou a cabeça e, ao levantar o olhar, seus olhos estavam levemente avermelhados enquanto olhava para Denise.

"Então é por isso que você me deu apenas três meses?"

Denise ficou surpresa, não esperando que, em um momento como aquele, Osvaldo conseguisse perceber esse detalhe com tanta precisão.

A sensibilidade excessiva desse homem a deixou momentaneamente sem palavras.

"Eu..."

Ela mal começou a falar quando Osvaldo disse em um tom calmo: "Você não precisa dizer nada."

Denise hesitou por um instante, percebendo que ele estava prestes a retirar a mão, ela rapidamente segurou sua mão.

"Osvaldo, eu te amo, e por amá-lo, não quero vê-lo cair do alto."

Ela não queria que Osvaldo caísse das alturas por causa dela.

As lágrimas escorreram pelos cantos dos olhos de Denise, caindo sobre as costas da mão de Osvaldo.

Osvaldo sentiu a mão queimar intensamente, e seu coração também tremia.

Quando Denise tentou falar novamente, Osvaldo interrompeu-a suavemente.

"Denise, eu quero te dar um beijo."

Ele sentia dor ao se mover, e não se atrevia a se mexer muito, pois seu avô havia dito que, assim que ele se recuperasse, ele e Denise deveriam se casar.

Denise, ouvindo suas palavras, ficou ruborizada, um tanto despreparada para acompanhar o pensamento súbito de Osvaldo.

Vendo que ela não se movia, Osvaldo insistiu.

"Eu não posso me mexer agora, então, você poderia me beijar?"

"Você me daria um beijo?"

Os olhos de Osvaldo, longos e bonitos, estavam cheios de sinceridade, como um cachorro grande abanando o rabo, olhando ansiosamente para seu dono.

Denise corou e inclinou-se para beijar seus lábios.

Ao finalmente tocar seus lábios macios e vermelhos, Osvaldo ficou satisfeito, e a dor aguda que sentia em seu corpo pareceu diminuir bastante.

"Imediatamente."

Olhando para sua expressão ansiosa, o rosto de Denise não pôde deixar de corar.

A empregada, percebendo que Denise ainda não havia voltado para o quarto, encontrou-a no quarto de Osvaldo.

Denise estava apenas com uma fina camisola hospitalar, parada ao lado da cama de Osvaldo, e vendo que os dois estavam tão envolvidos na conversa, a empregada hesitou em interromper.

Porém, o corpo de Denise ainda estava debilitado, e embora o hospital tivesse aquecimento, ela não podia se descuidar.

"Senhorita Martins, já está tarde, a senhora precisa descansar, a saúde é importante."

Denise ouviu a voz da empregada e acenou levemente com a cabeça. "Vou voltar para o meu quarto em breve."

A empregada saiu respeitosamente do quarto de Osvaldo.

Denise colocou a mão de Osvaldo de volta debaixo do cobertor, inclinou-se para beijar seus lábios e disse suavemente.

"Vou voltar para o quarto, boa noite."

Osvaldo assentiu de forma contrita, olhando com saudade enquanto Denise saía.

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