“Você está tão empolgada, não me diga que já está com o Sr. Israel? Ou será que o filho que você carrega também é do Sr. Israel?”
“Não é de se admirar que o Sr. Israel a ajude incondicionalmente, sem se preocupar com a segurança dos seus.”
Milena lançou um olhar de ódio para Zilda.
Seu olhar se moveu do rosto de Zilda para a barriga de Zilda.
Zilda estava prestes a explicar quando Milena avançou sobre ela.
Logo as duas começaram a brigar.
A secretária Lisa, ao ver a cena, recuou alguns passos para evitar ser atingida.
A força de Milena era muito maior do que a de Zilda, que estava grávida, e em pouco tempo Zilda foi imobilizada no chão por Milena.
Apesar de Zilda tentar se defender, alegando que não tinha nenhum relacionamento com Israel, Milena descarregou toda a raiva da suposta traição em Zilda.
Mesmo quando Zilda começou a gritar de dor na barriga, Milena não parecia disposta a parar.
A secretária Lisa, percebendo que a situação estava ficando séria, chamou a polícia.
Os oficiais chegaram rapidamente ao local e separaram as duas.
Milena estava desarrumada, o rosto ainda carregado de raiva. Com a presença dos policiais, ela não podia mais agredir Zilda fisicamente, mas os insultos não cessaram.
Zilda sentia uma dor intensa na barriga, curvada no chão.
Os policiais, percebendo a gravidade da situação, rapidamente a levaram para o hospital.
Infelizmente, Zilda perdeu a criança que carregava.
Denise, ao sair do trabalho, foi visitar Zilda e a encontrou deitada na cama do hospital com um semblante pálido, enquanto Priscila estava sentada ao lado, sorrindo levemente.
“Srta. Sampaio ainda está sofrendo pela perda do bebê?”
Ao ouvir a voz de Denise, o rosto de Zilda escureceu.
Ela estava realmente sofrendo, pois o filho era sua última carta na manga para prender Heitor, e agora seu último trunfo estava perdido.
Denise, com um olhar frio, respondeu: “Na guerra, há vencedores e vencidos. Se eu tivesse perdido, meu destino seria muito pior que o seu.”
Zilda estava cheia de ressentimento.
Denise, impassível, continuou.
“A criança que você perdeu também não era do Heitor. O homem com quem você esteve naquela noite não era ele. Eu queria ver sua reação ao descobrir isso após o nascimento, mas Milena acabou fazendo isso por você.”
“Cidade Y não é lugar para você. Voltem para País Y e nunca mais apareçam na frente da minha família, caso contrário, as consequências serão bem piores.”
Denise deixou essas palavras e saiu.
Priscila também percebeu pela expressão de Zilda que elas já não tinham mais cartas na manga para continuar lutando contra Denise.
Ela afundou-se de volta na cadeira, com uma expressão de espanto.
Jamais imaginara que, depois de passar metade da vida calculando cada passo com tanto esforço, acabaria sem nada.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida