Denise ouviu as palavras e levantou os olhos para olhar para a Secretária Lisa, perguntando:
"Você tem dinheiro em espécie com você?"
A Secretária Lisa assentiu com a cabeça. "Tenho."
Enquanto falava, ela rapidamente tirou algum dinheiro da bolsa, incluindo algumas moedas.
Denise pegou uma nota de vinte reais e a entregou a Cristiano.
"Sr. Lima, vinte reais, deve ser suficiente para pegar um táxi até a sua empresa."
Cristiano olhou para a nota de vinte reais que Denise lhe oferecia, franzindo a testa, mas não estendeu a mão para pegá-la.
Denise não esperou Cristiano pegar o dinheiro, retirou a mão e a nota de vinte reais caiu suavemente no chão.
Assim como a dignidade de Cristiano naquele momento.
Cristiano sabia que Denise estava deliberadamente tentando humilhá-lo, e sua expressão ficou sombria. Ele disse em um tom grave:
"Denise, independentemente de tudo, nos conhecemos há anos, você..."
Denise não esperou Cristiano terminar a frase e respondeu friamente:
"Sr. Lima, se o senhor escolheu se aproximar de maneira indigna, não é natural que eu o humilhe?"
"Eu já disse antes, se fôssemos estranhos, estaríamos em paz."
"O Sr. Lima está prestes a se casar, e neste momento vem até mim. Quer que as pessoas riam de mim ou quer que riam da Srta. Lacerda?"
As palavras afiadas de Denise deixaram Cristiano sem resposta.
A Secretária Lisa colocou a bagagem no carro e instruiu o motorista a partir.
Logo, a figura de Cristiano passou ao lado do carro e gradualmente desapareceu.
A Secretária Lisa desviou o olhar da janela e notou que Denise parecia um pouco indisposta, então perguntou baixinho:
"Sra. Martins, a senhora não está se sentindo bem? Quer ir ao hospital?"
A Secretária Lisa estava acostumada a ver Denise sempre forte e determinada, então não estava acostumada a vê-la assim, um pouco frágil.
Denise massageou as têmporas e disse calmamente:
"Me leve de volta ao apartamento primeiro."
A Secretária Lisa viu que já estava ficando tarde e assentiu, levando Denise de volta para o apartamento.
Ao chegar em casa, Denise tomou um banho, o que a fez se sentir um pouco melhor.
A voz dele era grave, mas sem tom de acusação.
Ao ouvir a voz dele, Denise sentiu um pouco do cansaço desaparecer. Ela se recostou no sofá e respondeu suavemente:
"Cheguei há um tempo."
Osvaldo deu um pequeno riso. "Você não me ligou assim que chegou, me deixou preocupado, Denise, isso foi um pouco demais."
Denise deu uma leve risada e disse: "Eu não tinha percebido o celular antes, só vi depois de tomar banho."
"Que tipo de explicação você quer?"
Osvaldo ficou em silêncio por um momento antes de responder, em um tom baixo:
"Mesmo que você não me dê uma explicação, não posso fazer nada, só estou um pouco incomodado."
Denise ouviu isso e pressionou os lábios levemente.
O tom de Osvaldo tinha um leve toque de lamento.
"Eu confio em você."
Denise sorriu levemente e disse: "Parece que você não tem muita confiança em mim, não é?"

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida