Severino levantou-se imediatamente da cadeira e caminhou até Denise, estendendo a mão para pegar a caixa de presente das mãos dela.
Denise, com um sorriso no rosto, entregou a caixa de presente a Severino com ambas as mãos.
Severino, após recebê-la, colocou-a em frente ao Velho Sr. Paiva.
O Velho Sr. Paiva não convidou Denise para se sentar, então ela ficou em pé tranquilamente, observando a caixa de presente com serenidade.
Severino abriu a caixa e, ao ver o conjunto de chá que Denise trouxera, assentiu levemente e disse:
"Deixe de lado, por favor."
Severino assentiu, guardou a caixa e colocou-a de lado.
Finalmente, o Velho Sr. Paiva voltou sua atenção para Denise e disse em um tom calmo:
"Srta. Martins, por favor, sente-se."
Ao falar, o Velho Sr. Paiva fez um leve gesto com a mão, indicando a cadeira em frente a ele.
Denise agradeceu suavemente e puxou a cadeira em frente ao Velho Sr. Paiva para se sentar.
Após Denise se sentar, o Velho Sr. Paiva não dirigiu mais a palavra a ela, mas sim a Severino, que estava ao lado, dizendo, "Esmeralda já deve estar chegando, certo?"
Severino assentiu e respondeu em voz baixa:
"Eles já estão na entrada do restaurante."
O Velho Sr. Paiva fez um som de aprovação e disse a Severino, "Por favor, vá recebê-los na porta em meu nome."
Severino assentiu e, ao se levantar, não pôde deixar de lançar um olhar para Denise, que, felizmente, não demonstrou qualquer sinal de alarme em seu rosto.
Ela continuava sentada tranquilamente em sua cadeira, com a coluna ereta.
Denise inicialmente pensara que apenas ela, Liana Paiva e Severino jantariam juntos hoje, não imaginava que o Velho Sr. Paiva também havia convidado outras pessoas.
Ela suprimiu a confusão interna, mantendo uma postura serena.
O Velho Sr. Paiva lançou um olhar para Denise e disse em um tom calmo:
"Acredito que a Srta. Martins também conheça Esmeralda."
"Ela é atualmente a representante do Ministério do Desenvolvimento Econômico do Brasil."
Denise, ao ouvir as palavras do Velho Sr. Paiva, ficou momentaneamente surpresa.
Ela não respondeu às palavras do Velho Sr. Paiva, mas levantou o olhar para encará-lo diretamente, com uma sensação de sufoco.
O Velho Sr. Paiva, ao ver Denise ousar encará-lo com tanta determinação, sentiu um leve toque de admiração em seu olhar.
Se fosse outra filha de uma família comum a encontrá-lo e ainda por cima sob tal pressão, é provável que já estivesse completamente aterrorizada.
Embora o nascimento de Denise não fosse ruim, em comparação com Esmeralda, era uma diferença abismal.
O Velho Sr. Paiva suprimiu aquela pontinha de admiração por Denise e disse com um tom frio:
"Sra. Martins, você é uma pessoa inteligente, deve saber como escolher."
"Se você terminar com Osvaldo, não faltarão benefícios para você."
Denise respirou fundo, fixando seu olhar diretamente no Velho Sr. Paiva.
"Velho Sr. Paiva, eu e Osvaldo temos um acordo: enquanto ele não terminar comigo, eu não o deixarei."
O Velho Sr. Paiva observou a teimosia de Denise, franzindo o cenho, com um olhar que começava a demonstrar uma raiva sutil.
"Sra. Martins, eu investiguei você, sei que é ambiciosa. Se Osvaldo continuar com você, terei que escolher outro herdeiro, e Osvaldo não receberá nada."

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida