Osvaldo manteve sua expressão serena ao sair do carro.
Denise, embora tentasse parecer calma, estava quase sem jeito de olhar na direção do Assistente Santos na próxima vez.
Seu olhar permaneceu fixo à frente.
Após sair do carro, Osvaldo estendeu a mão para segurar a de Denise, guiando-a para dentro do hotel.
Seus passos eram rápidos, como se houvesse alguma urgência a ser resolvida.
Denise prontamente acompanhou seu ritmo.
Quando o elevador chegou ao andar em que estavam hospedados, Osvaldo a pegou nos braços sem demora.
Assim que entraram na suíte, mal fechou a porta e já pressionou Denise contra ela, beijando-a intensamente.
Enquanto a beijava, ajustou o aquecimento para a temperatura máxima.
Denise envolveu firmemente o pescoço de Osvaldo, inclinando levemente a cabeça, correspondendo ao fervor de Osvaldo de forma excepcional.
Os dois se moveram aos beijos da entrada até o sofá da sala.
Deitaram juntos, afundando no estofado.
Osvaldo protegeu a cabeça de Denise, para que ela não se machucasse no braço do sofá.
Osvaldo estava mais impetuoso do que na vez anterior.
Denise, desgastada pela intensidade, tinha a voz rouca.
"Osvaldo, vá mais devagar."
Sua voz, raramente tão suave, não fez com que Osvaldo diminuísse o ritmo; pelo contrário, ele intensificou um pouco mais.
"Essa intensidade, você não gosta?"
Denise respondeu, "Não... gosto."
Osvaldo arqueou levemente uma sobrancelha, sua voz ganhando um tom malicioso.
"Afinal, é gosto ou não gosto?"
Ele queria apenas dar-lhe uma pequena punição, mas ao ver que estava realmente cansada, não queria exauri-la.
Ele acelerou o ritmo, por fim inclinando-se ao ouvido de Denise, murmurando suavemente.
"Denise, eu te amo."
Ao falar, seu hálito quente acariciava a orelha de Denise, como se aquele calor escorresse direto para seu coração.
Denise quase alcançou o clímax junto com Osvaldo.
Sentindo a emoção de Denise, Osvaldo beijou seus lábios com ternura e a envolveu em seus braços, esperando que ela se acalmasse.
Quando ela finalmente relaxou, Osvaldo sorriu levemente, afastou o cabelo de seu rosto para trás da orelha e beijou o canto de seu olho levemente avermelhado.
Denise, aconchegada nos braços de Osvaldo, ainda receosa de que ele não estivesse satisfeito, murmurou:
"Eu realmente não consigo mais."
"Essas coisas podem ser feitas todos os dias, não precisamos esgotar tudo de uma vez."

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida