Heitor acenou com a cabeça, tocando suavemente o nariz de Cecília.
"Daqui a pouco nossa Ceci vai tomar um banho gostoso, está bem?"
"Está bem." Cecília respondeu prontamente.
Denise esboçou um leve sorriso, estendendo a mão para afagar a cabeça de Cecília.
"Então, vamos indo." Heitor levantou o olhar em direção a Denise e Osvaldo, dizendo calmamente.
Denise assentiu.
Cecília imediatamente levantou a mão para acenar para Denise, "Tchau, tia."
Denise sorriu, "Tchau, Ceci, quando chegar ao hotel, durma direitinho, viu?"
Cecília acenou obedientemente, inclinando a cabeça para olhar para Osvaldo, parecendo hesitar sobre como chamá-lo.
"Novo... Tio Sampaio, tchau."
Ela queria dizer "novo tio Sampaio, tchau", mas temia errar, então acabou dizendo apenas Tio Sampaio.
Osvaldo sorriu com os olhos, acenando com a mão para se despedir.
Heitor fez um leve aceno de cabeça para Osvaldo, e então saiu do hospital.
Osvaldo manteve o olhar na direção em que Heitor se afastava, observando a pequena mão de Cecília ao redor do pescoço de Heitor, enquanto ela o chamava de "papai" em um tom suave, conversando com ele. Seus olhos revelaram um toque de inveja.
"Essa garotinha é bem adorável."
Osvaldo comentou suavemente, retirando o olhar e envolvendo Denise pela cintura, com um sorriso no rosto.
"Denise, você parece gostar de crianças também."
Denise olhou para Osvaldo, aceitando suas palavras de maneira direta.
"Sim, até que sim."
Denise não tinha aversão a crianças.
Osvaldo sorriu com os lábios, puxando Denise para mais perto de si, murmurando suavemente.
"Você prefere meninas ou meninos?"
Denise ouviu a pergunta de Osvaldo e permaneceu em silêncio por alguns segundos.
Ela sabia que Osvaldo tinha um carinho especial por meninas.
Mas falar de filhos agora parecia precoce demais.
Denise suspirou internamente, incerta sobre a possibilidade de casamento entre eles.
Ela não queria responder à pergunta de Osvaldo, mas no final, não pôde deixar de dizer.
"Se tivermos um irmão mais velho, ter uma irmãzinha também não seria ruim."
Osvaldo riu baixinho ao ouvir isso, não resistindo em deixar um beijo na testa de Denise.
"Como você quiser."
Denise murmurou um "hum", sentindo uma onda de calor e ternura preencher seu coração.
Osvaldo sorriu, segurando sua mão, enquanto caminhavam em direção ao carro.
O assistente Santos, ao ver os dois finalmente se aproximando, rapidamente abriu a porta do carro, recebendo-os com um sorriso radiante.
Hoje, ele realmente teve sua dose de momentos amorosos.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida