"Quais são os planos para amanhã?"
Ele falava propositalmente evitando olhar diretamente para Denise, não querendo descontar nela sua irritação devido ao resfriado, mas ele também não conseguia se afastar dela.
Denise respondeu casualmente.
"A agenda de amanhã está um pouco apertada."
"Preciso ir cedo ao hospital, depois voltar para a filial, ir à fábrica e ainda encontrar alguns parceiros de negócios."
Denise falou enquanto bocejava, seus olhos ficando levemente úmidos.
Osvaldo ouviu e inclinou-se para beijar a testa de Denise, depois puxou o cobertor para cobrir os dois.
"Então vamos dormir."
Ele falou suavemente, afastando-se levemente de Denise, mas a envolvendo em seus braços.
Denise já havia notado a reação de Osvaldo e conhecia seus sentimentos.
Ela mordeu levemente o lábio e virou o rosto para encontrar o olhar gentil do homem ao seu lado.
"Você não se sente desconfortável segurando?"
Ela perguntou suavemente, ainda um pouco curiosa.
Afinal, Osvaldo já teve muitas oportunidades de estar com ela, mas sempre escolheu esperar.
Osvaldo claramente não esperava essa pergunta de Denise, e por um momento, ficou surpreso, enquanto um leve rubor subia em seu rosto.
Ele escondeu o rosto no pescoço de Denise e respondeu em um sussurro.
"Sim, é desconfortável."
Sua voz era rouca, com um toque de desejo.
Ele queria tanto estar com ela que estava quase enlouquecendo.
Mas ele sabia que o dia seguinte seria cheio para Denise, e ela já estava cansada de um longo dia, então Osvaldo não queria sobrecarregá-la ainda mais.
Denise ouviu, virou-se para ficar de frente para Osvaldo.
"Sr. Sampaio, você não está se saindo bem?"
Osvaldo riu com a provocação de Denise, inclinou-se e silenciou seus lábios, pressionando-se contra ela.
As respirações dos dois começaram a ficar descompassadas.
O homem a beijava sem soltá-la, invadindo-a centímetro por centímetro, possuindo-a completamente.
A cada investida, o pescoço gracioso de Denise arqueava um pouco mais para trás, seus olhos cheios de lágrimas, enquanto seus braços se apertavam em torno do pescoço dele.
Osvaldo olhava para Denise, admirando a forma como ela florescia sob ele, suas reações eram como um retorno de satisfação para ele.
O robe de Denise caiu completamente no chão, sem chamar a atenção de ninguém, permanecendo ali silenciosamente como uma testemunha da união dos dois.
O homem estava tão intenso que Denise não pôde evitar morder o ombro dele.
Osvaldo sorriu e inclinou-se para beijar seus lábios.
O beijo era quente e ardente.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida