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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1235

Denise retirou a toalha e começou a secar o cabelo, notando com surpresa que Osvaldo já havia arrumado todas as suas malas.

"Como você descobriu minha senha?"

Sua mala tinha uma senha complexa.

Osvaldo sorriu de canto.

"Esse tipo de problema não é difícil para mim."

Denise ficou momentaneamente perplexa, mas então lembrou que, na última vez que voltou, ela havia arrumado a mala na frente de Osvaldo. Ele provavelmente memorizou sua senha naquela ocasião.

Ela não esperava que ele fosse tão observador.

Depois de organizar o conteúdo da mala de Denise, Osvaldo a colocou de lado e, ao ver Denise secando o cabelo, aproximou-se e pegou a toalha de suas mãos.

"Deixe-me ajudá-la."

Sua voz era suave, e seus movimentos ao secar o cabelo de Denise eram delicados.

Denise ergueu o olhar para o homem à sua frente. Seus olhos e expressão estavam cheios de paciência e cuidado, fazendo com que ela quisesse se apoiar nele.

Hesitante, ela levantou a mão, envolvendo a cintura de Osvaldo, e enterrou o rosto em seu peito.

"Sr. Sampaio."

"Não seja tão bom para mim."

Ela temia que, quando chegasse a hora de partir, não conseguisse se afastar dele.

Osvaldo ouviu o murmúrio suave de Denise e seus olhos longos e atraentes se estreitaram ligeiramente.

"Você é minha namorada, se eu não for bom para você, para quem eu serei?"

"O que você está pensando agora?"

Sua voz grave tinha um toque rouco e, enquanto falava, ele levantou o queixo de Denise para que seus olhares se encontrassem.

Denise, meio relutante, encontrou seus olhos, que agora refletiam a imagem dele.

O coração de Osvaldo deu um leve salto, e ele se inclinou para beijá-la, mas parou repentinamente e virou o rosto de lado.

Denise não respondeu, mas suas orelhas ficaram levemente vermelhas enquanto passava por ele.

Segurando a toalha, ela secou o cabelo de forma desajeitada, tentando esconder o calor que sentia por dentro.

Osvaldo, observando-a, deu uma risadinha e então se aproximou, abraçando-a por trás.

"Quando eu melhorar, você poderá me beijar como quiser. Não vou me segurar."

"Então, não fique brava, por favor?"

Denise parou de secar o cabelo, percebendo que havia agido impulsivamente.

Ela olhou para a janela de vidro, onde o reflexo mostrava Osvaldo a abraçando.

Mordeu levemente o lábio, sentindo seu coração acelerar.

Era como se tivesse voltado aos dezessete ou dezoito anos, quando as emoções amorosas eram novas e intensas.

"Vá tomar banho logo, estou cansada."

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