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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1165

Denise entrou no banheiro, trancou a porta, tirou a roupa e sentou-se na banheira.

Osvaldo havia ajustado a temperatura da água na medida certa; ao se deitar, sentiu que todo o cansaço do dia se esvaía naquele momento.

Do lado de fora.

Osvaldo ouvia claramente o som da porta do banheiro sendo trancada.

Com um sorriso resignado, ele olhou para a porta do banheiro e caminhou até o sofá da sala para se sentar.

Assim que se sentou, o celular de Denise, que estava sobre o sofá, começou a vibrar.

Ele observou o número sem identificação de Cidade Y, franzindo a testa levemente.

Sua memória sempre foi muito boa; Cristiano Lima havia adicionado seu contato anteriormente, e ele havia guardado o número.

Ao ver aquela sequência de números, Osvaldo estendeu a mão para pegar o celular de Denise.

Ele fixou o olhar na tela, hesitou por um momento, mas acabou decidindo atender a chamada.

Levou o celular ao ouvido e logo ouviu a voz de Cristiano cumprimentando.

"Denise, você já está dormindo?"

Osvaldo não respondeu.

Cristiano continuou, "Agora deve ser madrugada aí no País Y, não estou atrapalhando seu descanso, estou?"

Osvaldo permaneceu em silêncio.

Cristiano percebeu que algo estava errado.

"Denise?"

Osvaldo pigarreou levemente, "Ela está tomando banho."

"O Sr. Lima tem algo para dizer? Posso passar o recado para ela depois."

Assim que Osvaldo falou, Cristiano quase imediatamente retrucou.

"Ela está com você?"

Após dizer isso, Cristiano desligou a chamada.

Osvaldo sentou-se no sofá, segurando o celular com força, seu rosto inexpressivo, mas as juntas dos dedos brancas devido à força revelavam seus sentimentos.

Denise permaneceu na banheira por um bom tempo.

Quando ela saiu do banheiro vestindo um roupão, a sala estava silenciosa.

Osvaldo já havia partido.

Ela respirou fundo, caminhou até a sala e olhou para a porta, franzindo a testa levemente.

A porta aberta, um detalhe que indicava a partida de Osvaldo, a fez sentir uma pontada de insegurança, considerando o quanto ele costumava ser atencioso.

Ela caminhou até a porta, pronta para fechá-la, quando ouviu a voz de Osvaldo falando ao telefone no corredor.

"Como está sua condição física agora? Ele pode suportar um voo longo? Haverá algum risco durante a viagem?"

"Lucas, nossa amizade desde a infância, eu entendo sua situação, e não estou tentando forçá-lo a ficar em Cidade Y para operar o Sr. Martins."

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