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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1123

Depois de receber a gorjeta de Denise, o funcionário saiu empurrando o carrinho de refeições.

Denise também respirou aliviada, sentindo um leve alívio na culpa que carregava no peito.

Osvaldo, ao retornar ao seu quarto à tarde, dedicou-se a resolver questões de trabalho.

Ele havia viajado para o País Y por algum tempo, e problemas de gestão surgiram na empresa, o que levou Osvaldo a convocar uma reunião de emergência.

Os executivos sentados no sofá perceberam claramente que o humor de Osvaldo estava excepcionalmente sombrio naquele dia.

Em situações anteriores, quando a empresa enfrentou problemas ainda mais graves, não se via Osvaldo com tal expressão de tensão, como se presagiasse uma tempestade.

Nenhuma das soluções propostas satisfez Osvaldo.

Com o rosto fechado, ele não ofereceu quaisquer sugestões, e eles hesitaram em falar novamente, temendo provocar sua ira.

Era a primeira vez que o Assistente Santos via Osvaldo nesse estado.

Sentado calmamente de lado, Santos anotava as soluções propostas pelos executivos.

Em circunstâncias normais, ele até faria uma piada para aliviar o clima tenso do momento.

Mas, agora, sem conseguir decifrar o que passava na cabeça de Osvaldo, Santos não ousou falar, e o clima permaneceu tenso.

Após um tempo, ouviu-se uma batida na porta.

Assistente Santos levantou-se imediatamente para atender, encontrando um garçom com um carrinho de refeições à porta. Antes mesmo de o garçom falar, ouviu-se a voz firme de Osvaldo de dentro do quarto.

“Por enquanto, não quero refeições. Peçam para não subirem mais.”

Os executivos, pensando que a chegada do carrinho de refeições sinalizaria o fim da reunião sufocante, não esperavam que Osvaldo não tivesse intenção de dispensá-los ainda.

Vendo essa cena, eles começaram a revisar seriamente os erros cometidos recentemente, questionando se havia algo em seu desempenho que Osvaldo pudesse estar apontando, esperando uma confissão deles.

Osvaldo lançou um olhar ao carrinho que entrava, notando o vinho tinto e as velas, e involuntariamente arqueou as sobrancelhas, com os cantos dos lábios se curvando levemente.

“Vocês podem ir agora.”

Ele disse calmamente, olhando para os executivos no sofá.

Percebendo a rápida mudança de expressão de Osvaldo, os executivos ficaram confusos com seus pensamentos, mas, vendo que ele os permitia sair e parecia estar de bom humor, levantaram-se e partiram, não sem antes desejar a Osvaldo uma boa refeição.

Osvaldo parecia muito mais contente ao acompanhá-los até a porta.

Ao passarem pela porta do quarto de Denise, todos não puderam evitar olhar para a porta de seu quarto.

Nesse andar, havia apenas dois quartos de suíte.

Agora, um era ocupado por Osvaldo e o outro por Denise.

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