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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1010

O homem simplesmente jogou a criança no mar.

Vanessa, de pé no convés, soltou um grito agudo.

O grito desesperado irritou profundamente o marinheiro, que, rangendo os dentes, advertiu com voz fria.

"Se você gritar novamente, eu te jogo lá também."

Enquanto falava, o homem agarrou o colarinho dela, prestes a empurrá-la mar adentro.

Vanessa ficou paralisada de medo, implorando por misericórdia rapidamente.

Só então o homem soltou seu colarinho, olhando-a ameaçadoramente enquanto ela caía sentada no convés, e disse friamente.

"Volte para a cabine agora."

Vanessa tentou se levantar, mas suas pernas estavam tão fracas que não conseguiam suportá-la.

Ela mordeu o lábio firmemente, sem escolha a não ser rastejar de volta para a cabine.

Ela acabara de perder seu filho, e a dor em seu coração superava qualquer dor física.

Ao rastejar de volta para a cabine onde o capitão acomodava os passageiros clandestinos, os outros olharam para ela com rostos horrorizados.

Um deles apontou para o rastro dela e disse.

"Como você... está sangrando?"

Ao ouvir a voz da pessoa, Vanessa virou-se para trás e viu marcas de sangue pelo caminho que havia feito.

Ela empalideceu ao sentir uma dor aguda em seu ventre.

"Meu filho, meu filho."

Vanessa cobriu o ventre com as mãos, desesperada.

"Por favor, salve meu filho, salve meu filho."

Ela se virou para o marinheiro em busca de ajuda, mas ele a empurrou para um quartinho escuro, trancando a porta de ferro atrás dela.

Vanessa soltou gritos agudos, batendo forte na porta de ferro.

Mas os outros clandestinos, temendo serem descobertos e não querendo ser arrastados para baixo com Vanessa, a puxaram de volta, tapando-lhe a boca.

"Então parece que você também não está interessada em descobrir quem está conspirando contra a Família Martins nas sombras."

"Nem em ajudar a Sra. Martins a compartilhar o fardo."

Ivana olhou para Adilson com desagrado, "Você está me ameaçando?"

Adilson deu de ombros, olhando para Ivana com um sorriso nos olhos.

"Claro que não, é apenas um convite, e um convite muito sincero."

Ivana suspirou internamente, seu olhar esfriando, mas pensando em seu plano com Denise, ela caminhou até o lado do passageiro e tentou abrir a porta.

Adilson já havia trancado a porta do lado do passageiro, então Ivana não conseguiu abri-la.

"Ivana, venha para o assento do copiloto."

"Eu reservei o lugar para você."

Adilson olhou para Ivana sorrindo, mas tudo que ela sentiu foi um desconforto interno.

Apesar do sorriso amigável de Adilson, Ivana não podia deixar de sentir que até seu sorriso carregava uma sombra sinistra.

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