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Esposos Mentirosos, Amor Verdadeiro romance Capítulo 44

Então, Ronaldo Mendes foi espancado ainda mais, e ao ver que as ameaças não surtiam efeito, Nayara Barros começou a implorar por misericórdia. No entanto, quanto mais ela falava, mais Ronaldo Mendes apanhava!

Enquanto isso, Nayara e Mateus Mendes estavam em frenesí, gritando desesperadamente para que os empregados chamassem o patriarca e exigissem uma decisão imediata.

Mas os empregados agiam como se não ouvissem, em momentos assim, ninguém aparecia, e o patriarca também não mostrou seu rosto do começo ao fim!

Ronaldo Mendes foi arremessado ao chão como um animal abatido, sem a menor força para se levantar.

Rafael Mendes aproximou-se dele, olhando de cima e perguntou: "Onde está Isis Silveira? Fale."

"Eu... eu não sei."

Ronaldo conseguiu balbuciar, finalmente compreendendo a razão de sua tortura. Era tudo por causa de uma insignificância.

Rafael Mendes virou-se e ordenou aos seguranças: "Levem-no."

A resistência de Ronaldo não importava; Rafael tinha métodos próprios para forçar uma confissão.

"Não pode ser!" Nayara Barros gritou em desespero.

Ela chorava tanto que seu rosto ficou coberto de lágrimas e mucosa, lutando para se soltar dos seguranças e se jogou aos pés de Rafael Mendes, agarrando suas pernas: "Rafael, por favor, eu te imploro, não leve Ronaldo embora, ele é seu irmão, não vale a pena estragar a relação entre vocês por causa de um estranho..."

"Afaste-se imediatamente!" Rafael Mendes exclamou com desdém, chutando Nayara para longe com um gesto de repulsa. Ele franziu a testa, desdenhando: "Estranho? Isis Silveira é minha esposa. Quem é o verdadeiro estranho aqui? E quanto ao Ronaldo, você me diga ele é meu irmão? Fazendo uma coisa suja atrás da outra, eu não tenho um irmão assim."

Nayara Barros ficou paralisada pela surpresa. Ela conhecia a crueldade de Rafael quando ele se decidia. Achava que, com o passar dos anos, as feridas do passado poderiam cicatrizar. Mas, quem poderia imaginar que seu filho provocaria novamente a esposa de Rafael Mendes?

O mundo não tinha mais mulheres? Por que incomodar justo a mulher dele?

E ainda por cima, uma tola.

Lembrava-se daquela noite, a mulher dormindo em seus braços, agarrando-se a ele como um polvo e não o soltando.

A forma como ela dormia revelava uma vulnerabilidade profunda, talvez originada de uma infância desamparada, onde um simples bicho de pelúcia servia como seu único consolo.

A imagem e o sorriso de Isis Silveira continuavam aparecendo em sua mente, como um filme, Rafael Mendes não conseguia parar de pensar onde ela poderia estar agora.

Há algum lugar para dormir, será que vou ser maltratado?

Ele se revirava na cama, incapaz de encontrar descanso enquanto seus pensamentos giravam incessantemente.

Ele se virava na cama, incapaz de dormir quanto mais pensava. Finalmente, levantou-se e abriu o armário – não havia ninguém lá dentro!

Aquela mulher sempre gostava de se esconder dentro do armário. Ele até a repreendeu algumas vezes por isso. Depois, ela de fato parou de se esconder lá, mas desapareceu, sem deixar rastros de onde poderia estar.

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