Jaqueline correu até George, segurou o pulso dele e o levou embora.
George virou a cabeça e lançou um sorriso triunfante para Roberto, depois passou o braço pela cintura de Jaqueline, se mantendo em contato íntimo com ela.
— Jaqueline! — Roberto foi atrás, tentando impedir que ela fosse embora, mas, após dar dois passos, de repente parou!
"Não, eu não posso agir por impulso. Se eu for atrás agora, no final só haverá outra discussão, igual às de antes, interminável, e o problema não será resolvido, só piorará cada vez mais. Jaqueline agora está convencida de que fuieu quem machucou o George, e ele está claramente no controle da situação, isso é algo que eu preciso admitir. Se eu correr atrás deles agora, não tirarei proveito algum da situação, e ainda farei com que Jaqueline me odeie ainda mais. O que fazer? O que eu devo fazer... Certo, há uma pessoa que talvez possa me ajudar..."
Roberto caminhou rapidamente em direção à porta.
— Roberto, para onde você vai?
Ângela foi atrás dele.
Roberto respondeu sem olhar para trás:
— Fique aqui. Eu vou mandar alguém vir te buscar. Tenho algo urgente para resolver primeiro.
— Roberto, Roberto!
Roberto se afastou tão rápido que Ângela não conseguiu detê-lo. Se sentindo irritada e ansiosa, por fim, ela bateu o pé no chão, tomada pela raiva.
— Maldição! Jaqueline, a culpa é toda sua, tudo isso é culpa sua!
Um homem vestido de garçom estava parado não muito longe, observando tudo atentamente. Um sorriso frio apareceu em seu rosto.
Logo em seguida, ele pegou o telefone e ligou para Ângela.
Ao ouvir o toque do celular, Ângela pegou o aparelho da bolsa e o levou ao ouvido:
— Alô.

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