Em um ambiente público, Giovanna não ousava agir como se tivesse qualquer intimidade com ele, respondendo com extrema reverência: — Que isso, é apenas o nosso dever.
Ela marcou dois pratos e devolveu o cardápio ao Sr. Andrade.
Após o Sr. Andrade fazer os pedidos, os outros colegas também escolheram os seus.
Quando a comida chegou, todos esperaram que Gustavo tocasse nos talheres primeiro antes de ousarem começar a comer.
Sentada ao lado de Gustavo, Giovanna já estava tensa, o que a impedia de fazer qualquer movimento brusco.
Por isso, ela comia o arroz de sua tigela em absoluto silêncio.
Qualquer prato que o prato giratório trouxesse para sua frente, ela pegava uma porção.
No entanto, seja por coincidência ou intenção de alguém na mesa, toda vez que o prato parava perto dela, era sempre carne.
Após comer tanta carne, ela sentiu vontade de comer alguns vegetais, mas a bandeja não lhe dava a chance.
Notando que ela não estava se servindo, Gustavo perguntou: — Não tem nada que você queira comer?
Giovanna se apressou em responder: — Eu já estou satisfeita.
Gustavo, vendo que ela havia comido apenas meia tigela de arroz, franziu as sobrancelhas: — Se gostar de algum prato, é só me dizer.
Ele girou a plataforma de vidro e apontou: — Que tal a caçarola de berinjela?
Os olhos de todos na mesa imediatamente se voltaram para ela.
Sentindo as orelhas queimarem de vergonha, Giovanna respondeu depressa: — Tudo bem, eu mesma me sirvo.
Mas Gustavo já havia usado os talheres coletivos para servir uma porção no prato dela.
Giovanna quase teve vontade de chorar de constrangimento.
O Sr. Gustavo sempre tinha esse hábito de cuidar das pessoas no dia a dia?
Gustavo manteve seu tom cavalheiroso: — Não precisa de tanta formalidade comigo, Srta. Giovanna. Você ajudou a minha avó no passado, é meu dever tratá-la bem.
Embora não pudesse seguir a vontade da avó de aprofundar um relacionamento com Giovanna, ele ainda podia cuidar dela como se fosse da família.
Com os colegas lançando olhares cheios de malícia, Giovanna comeu o resto da refeição sem sentir gosto de nada, querendo apenas que o chão se abrisse para engoli-la.
Quando aquele tormento de almoço finalmente acabou, ela soltou um suspiro de alívio e saiu do restaurante com o grupo.
Deu duas batidinhas leves no vidro.
A janela baixou. Gustavo desviou o olhar do celular e fixou os olhos no rosto pálido e delicado dela: — Srta. Giovanna?
Giovanna sorriu e estendeu as coisas para ele.
— Obrigada por me trazer até em casa hoje. Esses pepinos foram plantados pela minha própria avó, quero que você prove. Ah, e esse leite é muito gostoso.
Ele não tinha falta de dinheiro, muito menos de presentes caros.
Portanto, aquelas pequenas coisas simples eram tudo o que ela podia lhe oferecer como forma de retribuição.
Os olhos de Gustavo se iluminaram com um sorriso genuíno ao pegar os pepinos e o leite.
— Muito obrigado, Srta. Giovanna. Adorei o presente. Pode subir e descansar.
— Certo. — Ela acenou para ele, virou-se e subiu as escadas novamente.
Gustavo colocou os pepinos e o leite no banco ao seu lado, com um sorriso que se recusava a deixar seus lábios.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......