Henrique riu: — Não imaginava que você fosse tão prestativo, Gustavo. Como nunca notei isso antes?
Ignorando a provocação, Gustavo pegou seu copo, tomou um gole de água e o advertiu: — Se você perder esse caso, sua reputação vai para o buraco. É bom que faça um trabalho impecável.
— Você não precisa me dizer isso, já conhece muito bem a minha competência.
Antes, Giovanna achava que Gustavo fosse um homem de poucas palavras. Ficou um pouco surpresa ao ver que ele até trocava piadas com Henrique.
Após a refeição, Henrique anunciou: — Tenho outros compromissos, vou indo. Gustavo, se não estiver ocupado, leve a Srta. Giovanna para casa.
Gustavo virou-se para Giovanna: — Srta. Giovanna, vamos?
Giovanna hesitou por um segundo, mas, vendo que ele já caminhava para a saída, apressou-se em acompanhá-lo.
Entrando no carro, Giovanna lembrou-se de que havia deixado algumas coisas na casa de Lucas e precisava passar lá. Ela deu o endereço da mansão de Lucas.
Ao ouvir aquilo, Gustavo franziu a testa: — A Srta. Giovanna ainda mora com ele?
Ela poderia simplesmente não explicar, mas respondeu com seriedade: — Como ele havia prometido ajudar no processo da minha tia, acabei voltando a morar lá. Mas agora não quero mais a ajuda dele, então também não voltarei a morar lá. Estou indo apenas para pegar algumas coisas.
Gustavo soltou um 'hum' concordando, sem dizer mais nada, e instruiu o motorista a seguir.
O motorista pensava consigo mesmo: O Sr. Gustavo nunca foi de se meter na vida alheia, por que de repente está tão interessado nos assuntos pessoais da Srta. Giovanna?
O carro parou em frente à mansão.
Giovanna pegou sua bolsa, pronta para abrir a porta e descer.
De repente, uma onda de tontura a atingiu, fazendo seu corpo pender para trás.
Gustavo estendeu a mão e segurou seu ombro.
Os dois estavam tão próximos que os sentidos pareceram se ampliar naquele instante. Giovanna quase pôde sentir o leve aroma do perfume masculino que ele usava.
Com as orelhas levemente avermelhadas, ela murmurou: — Obrigada.
Gustavo, como um verdadeiro cavalheiro, soltou-a e perguntou: — Precisa que eu a acompanhe até lá dentro?
Giovanna balançou a cabeça: — Não precisa. Só o fato de ter me trazido até aqui já é motivo de muita gratidão.
Antes que ela pudesse mencionar a farsa da certidão de casamento.
O celular dele tocou.
Lucas murmurou um pedido de desculpas e foi até a varanda atender.
Ao ouvir o nome 'Sabrina' ser pronunciado por ele, Giovanna soltou uma risada de escárnio e deixou a mansão.
Quando estava prestes a pedir um táxi, viu o familiar Maybach se aproximar e parar bem na sua frente.
A janela desceu, revelando as feições marcantes de Gustavo. Ela não esperava que ele a aguardasse.
— Srta. Giovanna, entre. — A voz dele soou grave e agradável.
O péssimo humor causado por Lucas dissipou-se completamente. Giovanna ergueu o pé e entrou no carro de Gustavo.
Ao chegar na porta do seu prédio, despediu-se dele e entrou em casa.
Sophia correu da varanda, com o rosto transbordando de fofoca: — Eu vi tudo lá da varanda! Quem te trouxe foi o Gustavo, não foi? Vocês estão saindo?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......