As palmas das mãos de Giovanna tremiam. Com a garganta seca, sua voz saiu entrecortada: — Aconteceu uma desgraça com a minha tia... e a minha avó desmaiou...
— Vamos para lá agora mesmo!
Lucas a colocou no carro com agilidade.
Justo quando ia dar a partida, ele se lembrou de algo e enviou uma mensagem rápida para o assistente: "Vá buscar a Sabrina e leve-a para casa."
Só então ele ligou o motor e dirigiu até o hospital para ver a avó de Giovanna primeiro.
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A avó já havia acordado, mas estava sentada na cama do hospital, completamente atônita e aéreo.
A prima de Giovanna não parava de chorar.
Giovanna queria perguntar o que exatamente havia acontecido, mas tinha medo de que o choque fosse demais para as duas.
No entanto, a preocupação com a tia era avassaladora, e seu coração ardia como se estivesse em brasas.
Foi Lucas quem tomou a frente, com sua postura de protetor infalível: — Eu vou até a delegacia ver a sua tia e entender a situação. Fica tranquila. Comigo lá, ninguém vai ousar pisar nela.
Giovanna assentiu e, com a voz rouca, murmurou um agradecimento.
Embora houvesse um abismo intransponível entre os dois agora, se ele pudesse ajudar sua tia, ela estava disposta a pagar qualquer preço.
A prima pareceu sair de seu transe e, agarrando-se a Giovanna, perguntou entre soluços: — Prima, a minha mãe vai ser presa?
Ela tinha visto com os próprios olhos a mãe cravar a faca no abdômen daquela mulher sem vergonha.
Se a mulher morresse, a mãe iria para a cadeia?
A culpa era toda do pai! Por que ele teve que trair a mãe e ainda permitir que aquela descarada batesse na porta da casa delas?!
Por que fazer isso com a mãe?!
O peito de Giovanna pesava uma tonelada, e ela não conseguia encontrar palavras.
Mas logo ela se forçou a recuperar a frieza.
Ela jamais viraria as costas para a tia. Aquela era a sua família de verdade.
— Gio.
Provavelmente ouvindo o som abafado de seu choro, a voz de Lucas tornou-se ainda mais indulgente: — Vá dormir um pouco. Amanhã eu venho te buscar para irmos ver a sua tia.
Giovanna concordou com um aceno de cabeça, mesmo que ele não pudesse ver.
Ela sabia que precisava restaurar as forças físicas e mentais para poder lutar essa guerra ao lado da tia.
No dia seguinte, assim que Lucas chegou, Giovanna perguntou ansiosa: — Como estão as coisas com a minha tia?
Um brilho imperceptível cruzou o olhar de Lucas antes de ele responder rapidamente: — Comigo aqui, ela ficará bem. O advogado já está negociando a indenização com a família da outra parte. Logo ela estará livre.
Giovanna suspirou aliviada e perguntou: — Então eu posso ir vê-la?
Ela precisava ver o estado da tia com os próprios olhos para conseguir ter paz.
Lucas respondeu: — A delegacia ainda não autorizou visitas da família. Assim que tiver novidades, eu serei o primeiro a te avisar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......