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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 613

Helena Martins apressou-se em proteger Clara, abraçando a filha contra o próprio corpo. O braço da menina havia sido arranhado pelo garoto, e as marcas de unhas eram evidentes e assustadoras.

Helena fuzilou o menino com o olhar.

Se ele tivesse atingido o rosto de Clara, com certeza deixaria cicatrizes.

Esse moleque mal-educado era, sem dúvida, o resultado de pais que o mimavam a ponto de ele achar que não havia limites no mundo.

O segurança, agindo como se fosse cego para a agressão do menino, virou-se novamente para Helena e ordenou: — Senhora, por favor, pegue a sua filha e saia!

Naquele exato momento, Gustavo Goulart e alguns diretores do hotel saíram do elevador no térreo.

Ao ver o pai, Enzo disparou como uma bala de canhão e se atirou nos braços dele.

— Papai!

Ricardo Silveira tinha quarenta e cinco anos.

Enzo era o filho que ele tivera já na meia-idade.

Ao ver o menino, o rosto severo do homem se iluminou com um sorriso. Ele olhou para Gustavo e disse, orgulhoso: — Sr. Gustavo, este é o meu filho, Enzo. Ele é um pouco travesso, espero que não se importe.

Gustavo apenas acenou com a cabeça, sem dizer uma palavra.

Ricardo olhou para o filho e disse num tom de falsa repreensão: — Eu não te disse que você não podia vir me interromper quando o papai estivesse trabalhando?

Enzo abraçou o pescoço do pai, com o rosto ainda inchado de raiva. — Papai, tem gente me irritando.

A babá adiantou-se rapidamente para fazer a sua queixa.

Capítulo 613 1

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