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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 400

— Ainda tenho que lidar com as questões do projeto, então vamos não perder tempo saindo para comer. Podemos jantar em casa mesmo — sugeriu Sabrina.

Sabrina sentia-se imensamente aliviada por ter contratado Yago como seu escritor fantasma. Com a ajuda dele, os problemas do projeto não passavam de meras trivialidades.

Lucas, naturalmente, não fez objeções:

— Tudo bem, então fique em casa me esperando.

À noite, Lucas retornou à vila para jantar.

Sabrina saiu do quarto, segurando a barriga avolumada.

Lucas foi até ela e segurou suas mãos com uma ternura inabalável, o olhar transbordando de um afeto profundo e perfeitamente calculado.

— Deve ter sido tão exaustivo para você ultimamente, meu amor — disse ele, com a voz embargada de devoção. — Tendo que se desdobrar pela empresa e ainda suportar todo o cansaço físico desta reta final da gravidez. Você é guerreira demais.

Sabrina fez um bico manhoso:

— É só um pouco de trabalho. Além disso, poder carregar um filho seu me faz tão feliz que nem sinto cansaço algum. Mas e você? Com a Letícia fora da empresa, é você quem tem trabalhado duro de verdade, não é?

Lucas sentiu que as palavras dela tocavam fundo em seu coração.

Ele de fato havia acumulado muito mais trabalho recentemente, mas, pelo bem da empresa, não havia outra escolha.

Os dois caminharam até a mesa e se sentaram.

A mesa estava repleta de todos os pratos favoritos de Lucas.

Ele deu um sorriso de falsa resignação:

— Como é que só tem as coisas que eu gosto de comer? Por que não pediu para a babá preparar algo que você gosta?

Sabrina serviu-lhe um pedaço de costela e sorriu com os olhos apertados:

— Você é o chefe da nossa casa. É natural que as suas preferências venham em primeiro lugar.

Lucas sentiu que, desde que voltara da Cidade H, ela havia voltado a ser a Sabrina doce e obediente do passado. Ele estava extremamente satisfeito.

Vendo-o de bom humor, Sabrina aproveitou para sondar:

— Lucas, a pesquisa e o desenvolvimento do medicamento HSV-121 vão exigir muito investimento daqui para a frente. O que você pretende fazer?

Ela só percebera o quão caro esse projeto seria após as explicações de Yago.

— Essa é exatamente a minha dor de cabeça no momento — admitiu Lucas. — A empresa perdeu vários projetos recentemente, e a parceria com o Grupo Rocha no medicamento HSK-003 não está dando lucro. Se não dá lucro, é prejuízo. Se quisermos continuar com o HSV-121, talvez precisemos procurar empresas dispostas a investir como parceiras.

— Mas isso não significa dar uma fatia do bolo para os outros? A margem de lucro do HSV-121 é altíssima e, no mercado atual, somos os únicos desenvolvendo esse medicamento. Você tem coragem de abrir mão disso?

— Não há outra alternativa.

Sabrina então sugeriu:

O pé de Clara já estava curado, e as crianças que faziam bullying com ela haviam mudado de escola. Agora, ela podia estudar em paz. Havia até feito alguns amigos, estava de bom humor e bem mais animada.

Como Clara gostava de roupas de um estilo mais descolado, Giovanna a levou a lojas dessa temática.

Após algumas voltas, Clara escolheu dois moletons, calças esportivas e um par de tênis.

Giovanna foi ao caixa para pagar.

Clara olhou para Giovanna e disse:

— Irmã, quando eu começar a ganhar dinheiro, também vou comprar um monte de roupas e sapatos para você.

Giovanna apertou a bochecha dela, sorrindo:

— Precisamos de tanta formalidade entre nós?

Às vezes, ela achava que Clara era madura e compreensiva até demais.

Lembrando-se do que Gustavo havia dito antes, percebeu que precisava urgentemente conversar com sua tia para mudar a forma como educavam a menina.

Reprimir a natureza de uma criança e forçá-la a amadurecer rápido demais não era algo bom.

Assim que as duas saíram da loja, deram de cara com Sabrina.

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