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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 379

Ele ficaria muito feliz em ser incomodado por ela.

Giovanna ainda se sentia desconfortável.

— Acho melhor eu voltar mesmo, minhas maquiagens ficaram lá.

Gustavo assentiu, e logo acrescentou:

— Depois me mande uma lista dos produtos de pele e maquiagem que você costuma usar, vou pedir para a Miriam comprar e deixar aqui em casa.

Giovanna ficou olhando para ele, pasma.

Como se tivesse percebido algo, ela disse, ligeiramente tensa:

— Eu não quero morar junto com você por enquanto.

Ela não queria que as coisas avançassem tão rápido.

— Não é morar junto — ele explicou com um sorriso —, eu apenas quero muito compartilhar o mesmo espaço que você. Além disso, precisamos nos conhecer melhor, não acha?

Só então Giovanna percebeu que o havia interpretado mal.

Ela pigarreou e disse:

— Nesse caso, eu mesma compro. E você também pode deixar as suas coisas na minha casa...

Gustavo ergueu uma sobrancelha:

— Quer dizer que eu também posso ir à sua casa a qualquer momento?

O tom de voz dele era tão sério, mas ela sentiu que ele a estava provocando.

— É, claro. Bom, vou indo na frente para tomar banho.

Ela tentou sair, mas ele segurou sua mão, com o olhar pousando suavemente em seu rosto.

— Posso estar sendo um pouco ganancioso, mas espero que você dependa mais de mim. Srta. Giovanna, esta é a minha primeira vez em um relacionamento, a secreção dos meus hormônios deve estar um pouco desregulada, e talvez eu seja muito grudento. Espero que você consiga se adaptar o mais rápido possível.

Ela nunca imaginou que aquele homem sempre tão frio e contido fosse agir assim ao entrar num relacionamento.

Sendo uma mulher que já havia sido casada, ela sentiu que não era páreo para ele.

— Entendi.

Ela praticamente fugiu em disparada.

Depois de preparar o café da manhã, Gustavo sentou-se à mesa para esperar Giovanna.

De repente, seu celular vibrou.

Era uma mensagem dela.

"Estou com um pouco de pressa, não vou tomar café da manhã. Estou indo direto para a empresa."

Gustavo não pôde evitar um sorriso de canto.

Parecia que fazer Giovanna se acostumar a namorar com ele ainda levaria um certo tempo.

Ao chegar à empresa, Giovanna percebeu que havia esquecido de comprar algo para comer no caminho e pegou um pacote de biscoitos para acompanhar um pouco de leite.

Depois de comer, começou a trabalhar.

Zélio entrou no escritório, caminhou até ela e perguntou:

— Giovanna, você trouxe o livro que prometeu ontem?

Então, aquilo havia sido feito por Gustavo.

Ela fingiu calma e respondeu:

"Está ótimo."

Gustavo: "Da próxima vez, tente comer lá em casa. Ficar incomodando a Miriam toda hora não é muito legal."

Giovanna: "..."

À noite, Giovanna recusou educadamente o convite para jantar na casa de Gustavo e pediu um hot pot para comer com Sophia em casa.

Sophia perguntou:

— Vocês acabaram de começar a namorar, não deveriam estar querendo ficar grudados o tempo todo? Por que está fugindo dele?

Giovanna não sabia explicar bem o que estava sentindo.

— O problema é meu. Fico muito nervosa quando o vejo e, além disso, pela atitude dele, não parece ser a primeira vez que ele namora.

Sophia não conseguiu segurar o riso:

— Ele pode não parecer estar namorando pela primeira vez, mas você com certeza parece. Você não ficava nervosa assim quando começou a namorar o Lucas?

Giovanna puxou pela memória e respondeu:

— Eu conheci o Lucas logo que entrei no Grupo Albuquerque. Você sabe, eu fui muito assediada na faculdade, então não tinha o menor interesse em homens ou em relacionamentos amorosos. Foi o Lucas quem me procurou com muita insistência por um longo tempo até eu começar a ceder. Nós nos casamos rápido, entramos na vida de casados e começamos a rotina comum do dia a dia...

Sophia resumiu:

— Ou seja, no começo, você não tinha nenhuma atração física pelo Lucas. Mas, pelo Gustavo, você tem uma atração física inegável. Giovanna, isso não é nada demais. Esse nervosismo vai desaparecer naturalmente à medida que vocês forem se conhecendo melhor. Aconteceu a mesma coisa comigo no meu primeiro amor. Depois de uns três meses, a convivência ficou totalmente natural.

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