Entrar Via

Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 367

O carro era, de fato, muito familiar.

Olhando com mais atenção, percebeu que era o carro de Gustavo.

Pedindo ao motorista que parasse, Giovanna pagou a corrida e esperou por Gustavo na beira da calçada.

Quando Gustavo saiu do carro, Giovanna viu o ferimento aparente sob a gola da sua camisa, e seus olhos não puderam evitar de marejar.

Gustavo se aproximou dela, o olhar repleto de uma ternura contida: — Eu vim apenas para agradecer pelos presentes e... também queria te levar até o aeroporto.

Lembrando-se de que ele havia sido agredido não muito tempo depois de sofrer queimaduras, Giovanna perguntou com preocupação: — Seus machucados ainda doem?

Gustavo respondeu suavemente: — Já não doem mais.

Mas a palidez em seu rosto tornava seu disfarce fácil de decifrar.

Os ferimentos deviam ser graves.

Giovanna o observou com o coração apertado.

As palavras de Teresa de repente ecoaram em sua mente: "Se nem ao menos tentarmos lutar, não estaríamos jogando fora a própria chance de sermos felizes?"

No passado, ela se reprimiu várias vezes por medo de se machucar novamente.

Porém, por mais que tentasse, não conseguia continuar enganando a si mesma.

Ela realmente gostava daquele homem.

Ela queria aquele homem.

Sabia da imensa disparidade entre a sua origem e a família de Gustavo, mas estava disposta a lutar para se tornar alguém à altura dele.

Com esse pensamento, uma coragem súbita brotou em seu coração.

Seu corpo agiu mais rápido que a razão, dando um passo à frente para abraçar Gustavo.

Gustavo ficou atônito.

As emoções que estavam congeladas no fundo de sua alma começaram a gritar, emergindo lentamente.

Por respeito a ela, ele vinha reprimindo todo o seu desejo, esforçando-se para ser um cavalheiro.

Mas, naquele momento, aquele abraço fez com que sua razão desmoronasse por completo.

Ele abaixou a cabeça e a beijou.

Após um longo instante.

— Você encontrou o Gustavo?

Giovanna assentiu.

Entrando no carro, Sophia não parava de fofocar sobre a situação dos dois, metralhando-a com perguntas, mas Giovanna permaneceu muda.

Ela ainda estava atônita por causa do pedido de casamento de Gustavo.

Sophia estranhou e, ao virar-se para olhá-la, percebeu que ela parecia estar com a cabeça nas nuvens. Preocupada, perguntou: — Giovanna, aconteceu alguma coisa?

Giovanna tirou o colar para mostrá-lo a ela: — Sophia, o que eu faço? Acho que ele me pediu em casamento.

As pupilas de Sophia dilataram. Ela rapidamente encostou o carro na beira da estrada.

Virou-se para ela, gaguejando: — O quê? Ele te pediu mesmo em casamento? Vocês nem oficializaram o namoro e ele já quer casar? Uau, o Gustavo é muito corajoso! E o que você acha disso?

Giovanna não disse nada, mas o rubor em seu rosto revelava tudo.

Sophia sorriu: — Giovanna, eu acho que você deve criar coragem e tentar. Se você se casar com ele, aquela montanha de lixo da Família Albuquerque deixará de ser um problema para sempre!

Sabendo exatamente o que Giovanna temia, Sophia começou a analisar a situação para ela: — Você talvez se preocupe com o fato de que a Sra. Goulart e a Família Monteiro possam atormentar vocês. Mas você se esqueceu de uma coisa, Giovanna: você tem uma vantagem enorme!

A Família Goulart está se preparando para entrar no setor farmacêutico, e o que eles mais precisam é de uma genialidade como a sua. A Sra. Goulart não prioriza as trocas de favores e interesses? O que você pode agregar à Família Goulart é infinitamente superior ao que qualquer daquelas dondocas tem a oferecer. Quanto à Família Monteiro, o Gustavo praticamente mandou a Srta. Monteiro para servir de isca de tubarão. É absolutamente impossível que aconteça algo entre eles.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata