Ao meio-dia, a babá da Família Guimarães preparou uma mesa farta.
Betânia Rocha, esposa de Waldemar, e Napoleão Guimarães, seu filho, terminaram seus turnos no ambulatório e voltaram para almoçar juntos em casa.
Vendo a família em tamanha harmonia, Giovanna sentiu uma ponta de inveja.
— Você planeja vir construir sua carreira na Capital futuramente? — perguntou Waldemar a Giovanna.
Giovanna balançou a cabeça: — Não, eu vim desta vez para encontrar um amigo... Ainda tenho trabalho, então pretendo pegar o voo das quatro da tarde de volta para a Cidade Nova.
Waldemar suspirou: — O ambiente acadêmico da Cidade Nova não é forte o suficiente, há poucas universidades renomadas e institutos de pesquisa. Com o seu talento, é um desperdício ficar por lá. Se viesse se desenvolver na Capital, seu futuro certamente seria muito mais brilhante.
Após a refeição, Teresa acompanhou-a até a saída.
Ao chegarem à porta, Teresa perguntou: — Esse amigo que você veio ver na Capital... é o seu namorado?
Giovanna ficou em silêncio.
Teresa achou que havia acertado e sorriu: — Seria ótimo se você pudesse se estabelecer e trabalhar na Capital, assim teríamos mais oportunidades de nos encontrar no futuro.
Giovanna deu um leve sorriso, mas não disse nada.
Neste momento, uma mulher carregando várias sacolas e pacotes se aproximou.
As duas apertaram os olhos e perceberam que era Lucinda.
Lucinda olhou para o número da casa, depois para as duas, e perguntou confusa: — Vocês acabaram de sair da casa do Prof. Waldemar?
Teresa soltou uma risada fria: — E se saímos? O que você veio fazer na casa do meu sogro?
Para Lucinda, a revelação foi como um raio em céu claro.
Ela nunca imaginou que a mulher que havia brigado com ela repetidas vezes fosse, na verdade, a nora do Prof. Waldemar.
Lucinda trabalhava havia dois anos na empresa farmacêutica financiada pela Família Goulart. Sentindo que seu diploma era inferior ao dos colegas e que não recebia oportunidades de promoção, queria pedir demissão para tentar uma nova pós-graduação.
Ela havia colocado os olhos no Prof. Waldemar, da Universidade A.
Quem abriu a porta foi a babá da Família Guimarães.
Vendo que ela trazia presentes, a babá não a deixou entrar imediatamente. Fechou a porta e foi perguntar ao Prof. Waldemar se ele desejava receber a visita.
Lucinda ficou um pouco irritada. Afinal, era uma parente próxima da Família Goulart; o pessoal da Família Guimarães estava sendo rude demais com ela.
Após um tempo, a babá abriu a porta novamente e permitiu sua entrada.
Lucinda forçou um sorriso e entrou na casa da Família Guimarães.
Ao passar os olhos pelo ambiente, achou que a casa do Prof. Waldemar, além de pequena, tinha móveis um tanto modestos.
Se o Prof. Waldemar concordasse em aceitá-la como aluna, ela estaria disposta a financiar a compra de um apartamento de luxo para ele.
Afinal, aquele dinheiro não seria nada para ela, seria apenas uma forma de retribuir o favor da orientação do Prof. Waldemar.
O que ela não sabia era que qualquer quadro pendurado casualmente na casa do Prof. Waldemar era uma obra original e inestimável.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......