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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 361

Giovanna simplesmente a ignorou.

Achando aquilo sem graça, Lucinda bufou friamente e entrou no carro.

De qualquer forma, por mais que Giovanna esperasse, não conseguiria entrar. Eventualmente, acabaria desistindo.

Lucinda buzinou em frente ao grande portão da Mansão Goulart.

A câmera de segurança escaneou a placa de seu carro e o portão se abriu lentamente.

Ela lançou um sorriso presunçoso na direção de Giovanna e entrou com o carro.

Pouco depois de ela passar pelo portão, ele se fechou novamente.

Giovanna continuou esperando por Lourdes do lado de fora.

Naquele momento, João, da Mansão Goulart, saiu e dirigiu-se a ela:

— Srta. Giovanna, nossa senhora mandou avisar que você não poderá ver o Sr. Gustavo e pediu para você ir embora.

Giovanna respondeu:

— Eu acho que o Sr. Gustavo estaria disposto a me ver.

Vendo que ela se recusava a sair, o olhar de João tornou-se ríspido:

— Srta. Giovanna, estamos pedindo que se retire com dignidade. Já estamos lhe dando muito respeito. Não queira dificultar as coisas para o seu próprio lado.

Quatro ou cinco guarda-costas surgiram atrás de João, todos com expressões nada amigáveis.

Giovanna olhou para o celular; Lourdes ainda não havia respondido.

Ela hesitou, pensando se deveria ir embora primeiro e procurar outra oportunidade para ver Gustavo.

Foi então que Nara, braço direito de Dona Goulart, saiu de dentro do complexo, com uma voz carregada de uma autoridade inquestionável:

— João, a velha senhora convidou a Srta. Giovanna para entrar.

João perdeu um pouco a compostura. Embora estivesse insatisfeito, não ousava desobedecer à velha senhora.

Ele só pôde observar Nara convidar Giovanna a entrar.

Ao vislumbrar o interior da Mansão Goulart pela primeira vez, Giovanna ficou estupefata.

O pátio daquela residência era tão vasto quanto um parque.

Caminhos de pedra serpenteavam pela paisagem, antigos bambus e pinheiros verdes distribuíam-se de forma pitoresca, pontes esculpidas conectavam-se a pavilhões sobre a água. Cada canto exalava a herança de uma família secular.

Era a voz de Paloma Peixoto.

Giovanna hesitou por um momento e não entrou.

A voz de Gustavo ecoou do quarto:

— Paloma, você conhece a minha personalidade. Eu não posso aceitar isso.

— Gustavo, aquela que você tem no coração, a tia Zuleica nunca vai aprovar. Mesmo que você fique com ela, a Família Goulart jamais a reconheceria. No fim, se ela ficar com você, só vai sofrer humilhações. Quanto tempo um casamento assim duraria? Olhe para mim, eu sou a mulher adequada para passar o resto da vida ao seu lado.

Giovanna não ouviu a resposta de Gustavo.

Ela pensou que, se naquele momento, Gustavo dissesse firmemente que queria enfrentar as adversidades futuras ao lado dela, talvez ela também tivesse a coragem de abrir aquela porta.

Porém, ele permaneceu em silêncio.

Giovanna lembrou-se do impacto que sentiu ao entrar naquela mansão.

Ela percebeu, com total clareza, que ela e Gustavo pertenciam a mundos completamente diferentes.

A coragem que havia reunido até ali dissipou-se lentamente.

Eles conseguiriam mesmo seguir em frente juntos?

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