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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 359

Após embarcar, Giovanna sentou-se em seu lugar e ativou o modo avião no celular.

Assim que a aeronave decolou, ela estava prestes a fechar os olhos para descansar um pouco, quando, de repente, o choro estridente de uma criança cortou o silêncio ao seu lado.

A mãe segurava o bebê nos braços, tentando acalmá-lo com a voz suave e contida.

Giovanna colocou seus fones de ouvido para abafar o som e voltou a tentar dormir.

No entanto, logo no limiar do sono, o som de uma discussão a despertou.

Ela tirou os fones e olhou para o lado.

Uma jovem estava gritando escandalosamente, repreendendo a mulher que segurava a criança.

O bebê, que não parecia ter nem dois anos de idade, se assustou com os gritos e começou a chorar ainda mais alto.

A mãe, visivelmente indignada, tentou se defender: — É a primeira vez da minha filha em um avião, ela ficou assustada e chorou. Eu já pedi desculpas se incomodou, mas chorar é a natureza de um bebê, ela não está fazendo barulho de propósito. Você não poderia ter um pouco mais de empatia?

A jovem arrogante que estava causando a confusão era Lucinda Gomes, sobrinha da Sra. Goulart.

A mãe da criança chamava-se Teresa, professora de uma escola secundária na Capital e nora de Waldemar Guimarães.

Lucinda soltou uma risada carregada de deboche: — Aqui é um espaço público. O choro da sua filha está me impedindo de descansar, é óbvio que eu vou reclamar. Se você não sabe acalmar uma criança, não deveria ter tido uma. Eu não tenho parentesco nenhum com você, por que eu deveria ter empatia?

Ela continuou, destilando veneno: — Além do mais, uma criança tão pequena nem deveria estar em um avião, que falta de senso de convivência. Sinceramente, a criança é que deu azar de ter uma mãe como você! Se não estivéssemos num voo agora, eu com certeza chamaria a polícia.

Uma mulher de meia-idade no assento ao lado não aguentou ouvir aquilo e interveio contra Lucinda: — Precisamos ter um pouco de compreensão mútua. Quem nunca teve que viajar sozinho com uma criança pequena? Mocinha, você com certeza tem parentes com filhos, não? Crianças com menos de três anos são assim mesmo, o choro é incontrolável.

Ela se lembrou de quando Clara tinha dois anos. Certa vez, Clara bebeu demais e teve uma indigestão severa, chorando sem parar exatamente daquele jeito, com a barriga tensa.

Ela olhou para Teresa e disse com voz firme e profissional: — Meu avô pratica Medicina Tradicional Chinesa e eu aprendi algumas coisas. Consigo identificar sintomas básicos. O choro ininterrupto da sua filha deve ser por causa de uma indigestão devido ao excesso de leite. Se você confiar em mim, eu posso aplicar uma técnica de acupuntura rápida nela para aliviar o desconforto.

Teresa hesitou por um momento, mas, vendo o desespero da filha, acabou concordando.

Giovanna pediu que Teresa segurasse a mãozinha da criança. Em seguida, pegou uma agulha de prata esterilizada, segurou os dedinhos do bebê e aplicou uma punção rápida nos pontos *Sifeng*, localizados nas articulações dos dedos.

Pouco depois de remover a agulha, o volume do choro da criança começou a diminuir gradualmente, e a palidez do seu rostinho foi sumindo.

Teresa pôde sentir fisicamente a agitação do bebê se dissipar. Ela olhou para Giovanna com um sorriso cheio de gratidão: — Muito obrigada.

Giovanna retribuiu com um leve sorriso e aconselhou: — Minha prima também tinha muita indigestão quando era pequena e chorava sem parar. Depois da acupuntura, o alívio era imediato. No dia a dia, preste atenção à alimentação dela: refeições em horários regulares e na medida certa. O ideal é que ela coma apenas até setenta por cento da capacidade para não sobrecarregar o estômago. Se a digestão estiver lenta, você pode fazer massagens abdominais leves e levá-la mais para brincar ao ar livre.

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