— Quero ir ao banheiro. — disse Melissa, apontando para o banheiro que ficava a poucos metros.
Lourdes, achando que ela só queria causar problemas, lançou-lhe um olhar irritado e disse: — Eu acompanho você, senhorita.
Mas Melissa retrucou: — Você é ainda mais fraca do que eu, não vai conseguir me segurar. Deixe que Giovanna me ajude.
Lourdes riu com desdém: — Esqueça, é melhor você aguentar. Tenho medo que você tente fazer alguma maldade com a Giovanna.
Melissa mordeu o lábio: — Gustavo, Lourdes, vocês não têm um pingo de compaixão por mim?
Vendo que havia tantos seguranças por perto, Giovanna não acreditou que Melissa pudesse armar alguma coisa absurda, então disse: — Eu vou com você.
Dito isso, ela se aproximou para apoiar Melissa.
Melissa abriu um raro e dócil sorriso: — Obrigada.
Giovanna, no entanto, não baixou a guarda em nenhum momento, atenta a qualquer possível ataque repentino.
Chegaram à porta do banheiro.
De repente, Melissa olhou para Giovanna com um olhar letal e venenoso: — Giovanna, já passou da hora de você sumir deste mundo.
Ao ver Melissa tirando algo para borrifar em seu rosto, Giovanna instintivamente ergueu o braço para se proteger.
Foi exatamente nesse milésimo de segundo que Melissa a empurrou com toda a força. Giovanna cambaleou para trás, caindo por cima da grade de proteção.
Enquanto seu corpo despencava para o vazio, a mente de Giovanna apagou.
Melissa ficou lá no alto, olhando-a com uma expressão de triunfo sádico.
Quando Giovanna sumiu completamente de vista, ela gritou a plenos pulmões: — Socorro! A Giovanna caiu acidentalmente!
Aquele ponto era um ponto cego para as câmeras de segurança. Ninguém teria provas de que foi ela quem a empurrou.
Gustavo e Lourdes correram apressados.
Ao se debruçar sobre a grade de proteção, o rosto de Gustavo perdeu completamente a cor.
Ele se virou, fuzilando Melissa com um olhar carregado de fúria absoluta.
— Melissa, você é completamente louca. Se acontecer alguma coisa com ela, eu juro que acabo com você!
Antes mesmo de terminar a frase, ele correu desesperadamente em direção à base da montanha.
Lourdes gritou para os seguranças: — Chamem a polícia agora! Vamos descer para procurar a Giovanna!
Após isso, todos deixaram Melissa para trás, seguindo os passos de Gustavo.
— Sim.
Ele com certeza faria com que ela ficasse bem.
Quando Giovanna acordou, percebeu que já estava deitada em uma cama de hospital.
Pelo visto, Gustavo a havia encontrado.
Não havia um centímetro de seu corpo que não doesse, e sua garganta estava tão seca que nenhum som saía.
Foi então que ela ouviu o barulho suave de uma cadeira sendo arrastada ao lado, e o rosto de Gustavo surgiu em seu campo de visão.
— O efeito do analgésico já deve ter passado. Vou pedir para a enfermeira vir aplicar mais um pouco em você, está bem?
A voz dele era extremamente terna, um refúgio seguro em meio ao caos.
Giovanna murmurou um "sim" em concordância.
Após a injeção, a agonia física de Giovanna finalmente diminuiu.
Ouviu a enfermeira explicar que sofreu uma ferida perfurante na perna e faturou o braço e o ombro, o que exigiria pelo menos um mês de internação.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......