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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 268

Ela quase arremessou o celular longe, consumida pela inveja.

Se não tivesse sido forçada a pedir demissão, ela também poderia estar naquele palco esta noite, brilhando diante das câmeras daquela transmissão ao vivo.

A culpa era toda da Giovanna, que havia roubado todas as suas oportunidades.

*

Após o encerramento do fórum, Giovanna aguardava na porta do salão de banquetes, esperando que Gustavo terminasse de cumprimentar as pessoas para que pudessem sair para jantar.

Zaqueu, Álvaro e Nereu se despediram de alguns veteranos da área e caminharam na direção dela.

Nereu foi o primeiro a falar: — Giovanna, quer uma carona no meu carro?

Giovanna sorriu levemente: — Não, obrigada. Estou esperando uma pessoa antes de ir.

Nereu não tinha ideia do relacionamento dela com Gustavo e perguntou curioso: — Esperando quem?

Zaqueu, percebendo que Giovanna não nutria o menor interesse por Nereu, apressou-se em puxá-lo pelo braço: — A Giovanna com certeza tem negócios importantes para resolver, não vamos atrapalhar. Vem, vamos indo, eu te faço companhia num lanche noturno...

E assim Nereu foi arrastado para longe.

Giovanna esperou mais uns cinco minutos até Gustavo finalmente aparecer.

Eles entraram juntos no elevador e desceram até a garagem subterrânea.

Já no carro, Gustavo perguntou: — Tem alguma coisa específica que você queira comer?

Giovanna pensou por um instante e sugeriu: — Que tal macarrão?

Gustavo sorriu: — Por coincidência, eu também estava com vontade de comer macarrão.

Eles escolheram um restaurante próximo, famoso e aberto há muitos anos. Mesmo fora do horário de pico, o lugar estava cheio.

Como as salas reservadas estavam todas ocupadas, sentaram-se no salão principal.

Giovanna pediu uma tigela de sopa de macarrão com wonton, e Gustavo optou por macarrão de arroz com bolinhos de camarão.

Logo o garçom trouxe as duas tigelas.

Gustavo, com muita naturalidade, pegou os temperos na mesa e perguntou: — Quer vinagre ou pimenta?

Giovanna balançou a cabeça: — Não precisa.

O irmão agora nem a chamava mais de "Srta. Giovanna", mas apenas de "Giovanna".

Que intimidade deliciosa.

Ela queria muito ver como o irmão agia quando estava apaixonado, então foi direto ao ponto: — Estou planejando ir para a Cidade Nova para visitar a vovó e a Giovanna. Ah, e o Arroz ainda deve estar na casa dela, então vou aproveitar para vê-lo também.

Giovanna já havia parado de tossir. Ao ouvir o nome de Arroz, sentiu um aperto de despedida: — O seu irmão me pediu para cuidar do Arroz temporariamente, mas já que você vem para a Cidade Nova, acho que chegou a hora de eu devolvê-lo para você.

Lourdes pensou consigo mesma que, de qualquer forma, Arroz acabaria vivendo com Giovanna na Família Goulart mais cedo ou mais tarde, então não havia pressa em pegá-lo de volta.

Além disso, o cachorrinho ainda poderia servir de cupido entre o irmão e Giovanna.

— Giovanna — ela disse com um sorriso travesso —, eu só vou passar um tempinho na Cidade Nova e depois vou viajar para o exterior. Então, por favor, continue cuidando do Arroz por enquanto.

Não precisando se separar de Arroz tão cedo, Giovanna concordou com alívio.

Terminada a refeição, Gustavo e Giovanna deixaram o restaurante.

No caminho de volta, Gustavo disse a ela: — O temperamento da Lourdes é assim mesmo, muito impulsiva e desbocada no que diz e faz. Não leve para o lado pessoal.

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