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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 251

Ao chegar à mansão da família Goulart, a avó Goulart viu Giovanna Martins e sorriu calorosamente:

— Giovanna, faz tanto tempo que você não vem visitar esta velha. A propósito, ouvi dizer que a cirurgia da sua avó foi um sucesso. Trabalhar e cuidar de um idoso deve ser exaustivo. Que tal eu arranjar uns cuidadores para te ajudar?

Giovanna sorriu, agradecida:

— Não precisa, avó Goulart. Já tem gente cuidando da minha avó.

A avó Goulart assentiu e, lembrando-se das atitudes estúpidas da nora, irritou-se:

— Não ligue para aquelas notícias que saíram há um tempo. A mãe do Gustavo não bate bem da cabeça e insiste que ele se case com Paloma Peixoto. Sobre isso, nem precisava o Gustavo discordar, eu mesma jamais permitiria.

Giovanna concordou com a cabeça.

— Eu sei, avó Goulart.

Embora soubesse que Gustavo Goulart e a avó não aceitavam Paloma, a senhora Goulart gostava muito da mulher, então não era impossível que as coisas mudassem de figura.

Esse também era o motivo pelo qual ela não ousava aceitar os sentimentos de Gustavo tão facilmente.

Durante a refeição, a avó Goulart insistia para que ela comesse mais, e até mandava Gustavo descascar camarões para ela.

Gustavo estava muito obediente; fazia tudo o que a avó pedia.

A avó Goulart estava de excelente humor.

Desde quando seu neto mais velho era tão submisso?

Pelo visto, ele realmente havia se apaixonado por Giovanna.

Como ela sempre dizia, a neta postiça que escolhera a dedo não tinha como ter defeitos. Era natural que Gustavo gostasse dela.

Depois de descascar os camarões, Gustavo limpou as mãos com um lenço e perguntou a Giovanna:

— Quer mais um pouco de sopa?

Giovanna balançou a cabeça.

— Não, obrigada.

Talvez por causa da exaustão de ter passado a noite em claro, ela sentia uma leve tontura.

Notando sua expressão abatida, Gustavo indagou:

— Está muito cansada?

Giovanna murmurou uma confirmação.

— Vou te levar para descansar um pouco.

Dizendo isso, ele se levantou e, sem aviso, a pegou no colo.

Antes que Giovanna pudesse processar o que estava acontecendo, seu corpo já estava colado ao peito firme dele.

Com o rosto ruborizado e as orelhas quentes, sua voz saiu involuntariamente com um tom dengoso:

— Me põe no chão, eu posso andar sozinha.

Ao vê-lo entrar no closet, Giovanna finalmente se deu conta: aquele era o quarto de Gustavo.

A Mansão Goulart tinha tantos quartos. Por que ele a trouxe justo para o dele?

Sem ousar pensar demais no assunto, ela apenas fechou os olhos com força, fingindo não ouvir o som da água que vinha do banheiro.

No entanto, por mais que tentasse ignorar, ainda conseguia escutar as batidas do seu próprio coração.

O efeito que Gustavo exercia sobre ela era inegavelmente profundo.

De repente, um celular tocou no criado-mudo.

Achando que fosse o seu, Giovanna esticou a mão, pegou o aparelho e atendeu.

A voz do outro lado era a de Paloma.

— Gustavo, eu não estou me sentindo bem. Você pode vir me ver?

Só então Giovanna percebeu que havia pegado o celular errado.

Ela se apressou em desligar a chamada.

Gustavo saiu do banheiro vestindo um conjunto confortável preto, secando os cabelos com uma toalha.

Sentindo-se culpada como se tivesse feito algo de errado, Giovanna lhe disse:

— Acabei pegando o seu celular por engano agora pouco. A Paloma ligou dizendo que não está se sentindo bem e queria que você fosse vê-la.

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