Nesse momento, Gustavo enviou uma mensagem.
"Me avise quando acordar, vou levar o café da manhã para você."
Giovanna respondeu: "Já acordei."
Dois minutos depois, a campainha tocou. Giovanna foi abrir a porta.
Gustavo estava parado na entrada, vestido com roupas confortáveis de ficar em casa, ambas de cor branca, e com uma expressão serena.
Giovanna o deixou entrar.
Ele colocou o café da manhã sobre a mesa e perguntou:
— Dormiu bem ontem à noite?
Giovanna assentiu.
— Deu para descansar.
Ela estava sem apetite e, como sua gengiva ainda doía muito, tomou apenas algumas colheradas do mingau antes de parar de comer.
Então, ela perguntou a Gustavo:
— O advogado Henrique já entrou em contato com você? Se eu quiser processar o Landulfo, quais são as minhas chances de ganhar?
Gustavo pensou no que Henrique havia dito na noite anterior e respondeu sem qualquer alteração no tom de voz:
— Ele tem certeza absoluta da vitória.
Giovanna deu um leve sorriso.
— Que ótimo. Quando ganharmos o processo, faço questão de pagar um jantar para o advogado Henrique.
Ao falar, ela acidentalmente puxou o ferimento, e a gengiva voltou a latejar.
Vendo-a franzir a testa, Gustavo suspirou. De repente, ele estendeu a mão e acariciou os cabelos dela.
— Giovanna, se houver uma próxima vez, não seja tão tola.
— O quê? — Ela olhou para ele, confusa. Não sabia se era impressão sua, mas pareceu ver um lampejo de dor e cuidado nos olhos dele.
— Por sorte, era apenas o terceiro andar. E se fosse em um andar muito mais alto? Você também teria pulado?
Ela não sabia, mas quando ele leu o depoimento na noite anterior e descobriu que ela havia pulado do terceiro andar, sentiu como se algo tivesse perfurado seu coração.
Aquele medo paralisante de perdê-la o assombrou durante toda a noite, impedindo-o de pregar os olhos.
Quando soube que Gustavo havia contratado Henrique para processá-lo, sentiu que a situação ia ficar feia. Embora as provas tivessem sido apagadas, não havia garantias de que não houvesse algum imprevisto. A melhor estratégia era fugir.
— Precisava me pedir? Eu já comprei sua passagem. Você vai embora daqui a pouco — Paloma sabia que sua boa vida dependia de Landulfo herdar a Família Peixoto. Por mais furiosa que estivesse, já tinha deixado tudo organizado.
— Obrigado, irmã — Landulfo soltou um suspiro de alívio e, de repente, trincou os dentes. — A Giovanna teve a audácia de me machucar desse jeito. Quando eu voltar, vou garantir que ela sinta na pele do que eu sou capaz.
Paloma o fulminou com o olhar.
— Numa situação dessas e você ainda está pensando naquela vadia da Giovanna?
Após repreendê-lo, ela ordenou que os seguranças ajudassem Landulfo a se sentar na cadeira de rodas e o levassem ao aeroporto.
Porém, antes mesmo de chegarem ao destino, foram interceptados por um grupo de seguranças de terno preto.
As expressões de Paloma e Landulfo ficaram pálidas.
Eles não tiveram nem a chance de lutar. Landulfo foi levado à força.
Paloma cerrou os punhos, sabendo que aquilo definitivamente era obra de Gustavo. Sem outra saída, ela ligou para ele.
— Gustavo, foi você quem mandou levarem o Landulfo?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......