— Obrigada de coração — respondeu a Sra. Peixoto.
Naquele momento, Olívia entrou na sala acompanhada de duas damas da alta sociedade para cumprimentá-las.
Não querendo atrapalhar a conversa, Giovanna retirou-se educadamente.
Ela não foi atrás de Lucas, optando por caminhar até os jardins.
Como todos os empregados da mansão estavam no salão do banquete servindo os convidados, o jardim permanecia submerso em absoluto silêncio.
Ela sentou-se num banco de pedra e ligou para a avó.
A senhora parecia muito bem disposta, garantiu que estava tudo sob controle e insistiu para que a neta aproveitasse a festa da sogra sem preocupações.
Após uma breve conversa, Giovanna encerrou a chamada para não cansar a avó.
Estava prestes a ir até a cozinha servir-se de um copo de água quando teve o pulso agarrado bruscamente por um homem.
Ela franziu as sobrancelhas, encarando o intruso com profunda aversão.
O homem, vestido com um terno branco visivelmente caro, era jovem e carregava um sorriso indecente e devasso no rosto.
— De qual família você é? Tem namorado?
O cenho de Giovanna aprofundou-se: — Me solte. Sou a nora da Família Albuquerque.
O homem piscou, levemente decepcionado, e afrouxou o aperto.
— Ah, então é a esposa do Lucas. Que desperdício.
Ele continuou, sem o menor pudor: — Eu sou Landulfo Peixoto. Você já deve ter ouvido falar de mim, certo?
Foi então que Giovanna percebeu que aquele era o filho adotivo da Sra. Peixoto.
— Entendo, o Sr. Landulfo.
Observando a pele dela, suave e alva como jade, além das curvas perfeitas sob o vestido, Landulfo sentiu uma cobiça irresistível. Ele se aproximou, os olhos transbordando intenções sórdidas.
— Se um dia quiser se divertir fora do casamento, pode me procurar. Sou muito discreto.
Giovanna sentiu náuseas diante de tamanha desfaçatez.
Paloma ergueu o queixo, transbordando arrogância: — Isso não é problema. Se eu o quero, eu o terei. Olhe para a elite desta Capital: a única mulher à altura dele sou eu. O resto é um bando de vulgaridades rasas. O Gustavo jamais olharia para aquelas zé-ninguém.
Do outro lado do salão, Lucas avistou Giovanna e estava prestes a caminhar na direção dela.
De repente, alguém puxou sua manga. Ao virar-se, viu Sabrina. Suas pupilas dilataram imediatamente: — Sabrina, o que você está fazendo aqui?
Sabrina reclamou, o tom ressentido: — Lucas, eu não vou abrir a boca para dizer nada! Por que a Giovanna pode vir e eu não?
Lucas franziu a testa, mascarando o desgosto com um tom de paciência forçada: — Comporte-se, volte para casa primeiro. A Sra. Peixoto está aqui hoje, é melhor você não aparecer.
O rosto de Sabrina avermelhou-se de raiva.
Afinal, na cabeça dela, ela já era a verdadeira Sra. Albuquerque, a portadora do herdeiro. Como acabou se tornando o segredo sujo que precisava ser escondido?
— Sabrina! — O tom de Lucas afundou, vendo que ela ousava resistir.
Intimidada, Sabrina foi forçada a abaixar a cabeça e murmurar obedientemente: — Já entendi. Vou embora agora mesmo.
Enquanto isso, Giovanna, segurando uma taça de suco, procurava um lugar vago para se sentar. De repente, alguém trombou violentamente contra ela, fazendo-a tropeçar para a frente.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......