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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 709

Às seis horas da manhã do dia seguinte.

O horário de visitas foi aberto.

Duas silhuetas correram para a enfermaria especial da família Almeida.

— Vovô, vovó, vocês têm que fazer justiça por nós!

Giovanna entrou correndo, caiu em prantos com um "uá", ajoelhando-se no chão.

Vanessa também se ajoelhou ao seu lado, chorando silenciosamente, parecendo extremamente magoada.

Augusto Almeida e Heloísa Almeida tinham acabado de acordar e se assustaram com aquela cena.

— O que foi? O que aconteceu? — Heloísa Almeida sentou-se rapidamente e, ao ver o estado lamentável das duas, com as roupas desarrumadas e a aparência desastrosa, assustada, ela foi logo se aproximando. — O que aconteceu com vocês? Por que ficaram assim? Estão ajoelhadas no chão fazendo o que? Levantem-se para falar.

Dizendo isso, ela ia ajudar as duas a se levantarem.

Giovanna balançou a cabeça, chorando: — Se o vovô e a vovó não fizerem justiça por mim e pela Vanessa, eu prefiro morrer ajoelhada aqui... não vou me levantar, não vou me levantar...

Augusto Almeida abaixou o jornal de finanças, e franziu as sobrancelhas: — O que está acontecendo?

— Vovô, vovó... — Vanessa chorava de forma digna de pena, parecendo tão triste quanto poderia ser. — Fomos nós, a culpa foi nossa... não devíamos ter levado a irmã para sair, não imaginávamos que a irmã... que ela conheceria aquele tipo de gente e que faria aquilo...

— Que tipo de gente? O que a Ceci fez? — As sobrancelhas de Augusto Almeida se franziram ainda mais, será que o estado tão lamentável daquelas duas na sua frente, tinha a ver com Ceci?

Capítulo 709 1

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