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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 476

As pernas longas, perfeitamente retas e esguias, levantaram-se de repente.

O salto alto chutou o pulso do homem.

A arma voou da sua mão.

O líder bateu com força na coluna mais uma vez e caiu no chão, sem conseguir se levantar.

— ... Receio que você terá que perguntar à Mestra da Morte lá embaixo.

Os olhos do homem saltaram de repente. Ele olhou apavorado para Cecília, soltando rosnados roucos e confusos da garganta: — M-Mestra da Morte... V-Você é a Mestra...

Ele não conseguiu terminar de falar.

Um bocado de sangue jorrou da sua garganta.

Ele arregalou os olhos, sem emitir mais nenhum som.

— Maldita! Rápido! Matem logo essa mulher da União de Serena do Sul!

Os olhares dos outros samurais para Cecília já haviam se tornado extremamente aterrorizados.

Um deles se jogou de repente em direção à arma caída no chão.

Pegou a arma e mirou em Cecília imediatamente.

Quase sem nenhuma hesitação, a bala foi disparada contra Cecília.

Cecília soltou um riso de desdém.

Esse bucha de canhão até que foi rápido.

Ela puxou a ponta do pé, e o homem atarracado no chão, pesando pelo menos uns oitenta quilos, girou no ar e parou diante de Cecília.

A bala perfurou o corpo do homem, que caiu pesadamente no chão de novo.

A expressão do atirador ficou ainda mais assustada, e ele puxou o gatilho novamente —

— Vrum — Vrum!

De repente, um ronco explosivo veio do fundo da garagem.

O som estridente dos pneus esfregando no chão ecoou pela garagem extremamente espaçosa.

Uma moto pesada, de linhas fluidas e vermelho-escura, veio a toda velocidade.

Levou apenas alguns segundos para se aproximar.

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