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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 336

E daí?

Não havia provas.

O rosto do Serpante Negro estava pálido de raiva, e os sons guturais em sua garganta se tornaram ainda mais evidentes.

Cecília levantou-se lentamente, olhando de cima para o rosto contorcido dele.

— Vocês acham que esses truques de parasitas são dignos de abalar o legado da nossa alma?

— Continuem sonhando.

Ela deu um sorriso de canto, perverso e arrogante, exalando uma aura de supremacia absoluta sobre ele.

— Ah! Ahhhh! — rugiu o Serpante Negro, com a voz rouca.

Sebastião Guimarães já havia se aproximado por trás de Cecília, segurando a mão dela mais uma vez. Ele ergueu levemente o olhar para o capitão do Ministério da Defesa.

— Bom trabalho. Levem todos eles. Isso deve ser suficiente para arrancar pela raiz vários dos esconderijos que eles estabeleceram no território da União de Serena do Sul.

O capitão prestou continência para Sebastião Guimarães e, em seguida, para Cecília, antes de se virar.

— Levem todas as forças da Nação de Valdoura!

Tudo foi limpo perfeitamente.

Sem deixar nenhum rastro.

-

Mansão da família Rodrigues.

O clima estava tenso.

Ao ouvirem as palavras do próprio assistente do professor Erick Serra, o coração de todos ali deu um salto.

Ninguém sabia o que passou pela cabeça de Francisco, mas ele franziu a testa severamente. De repente, levou a mão ao peito, com o rosto perdendo a cor.

— Vovô!

Henrique Rodrigues correu imediatamente para amparar Francisco.

A respiração do idoso estava ofegante.

O mordomo Luccas agiu rápido e pegou o remédio de Francisco.

— Este é o remédio que a senhorita Cecília deixou preparado para o senhor.

Capítulo 336 1

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