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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1151

— Com base no telefone criptografado que Frederico Sampaio acabou de fazer, já fiz o rastreamento reverso do sinal de comunicação do tal Emissário que ele mencionou.

Sebastião Guimarães levantou-se, apoiou uma das mãos no encosto da cadeira atrás de Cecília, curvou os lábios finos e disse sorrindo: — Ceci, então agora é com você.

Cecília levantou as mãos e as colocou sobre o teclado; com movimentos bonitos, digitou rapidamente.

Na tela do computador, havia sequências de códigos complexos que não paravam de pular.

Pulando de um servidor para outro, atravessando camada após camada de criptografia.

Sebastião continuou com os lábios curvados, olhando para ela com seus olhos escuros e cintilantes.

Ele adorava ver a expressão dela quando estava concentrada.

Parecia que... ela inteira estava brilhando.

— Pronto.

De repente, Cecília falou.

Sebastião desviou o olhar do rosto dela para a tela.

A tela congelou em um mapa.

Um ponto de coordenada vermelho apareceu.

Sebastião estreitou os olhos: — Isso é... uma ilha particular em Águas Internacionais?

Cecília assentiu.

Seus dedos longos e finos digitaram mais duas vezes no teclado.

A imagem na tela mudou.

O que apareceu diante deles foi a imagem de uma câmera de segurança.

O local da câmera era exatamente aquela ilha.

A câmera deu zoom.

Bem no meio da ilha, havia um prédio negro.

No topo do prédio, havia claramente o totem de um sol negro.

Laboratório Sol Negro.

Sebastião ergueu uma sobrancelha, com os olhos cheios de sorriso: — Você... invadiu as câmeras deles?

Cecília encostou-se para trás, com o rosto preguiçoso: — Graças à família Sampaio, tudo correu muito bem.

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