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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1139

— Pai, eu...

Frederico Sampaio deu outro chute nela: — Eu mandei você matar aquela Cecília Rodrigues na ilha, por que você não fez isso? Por que você deixou que ela saísse daquela ilha viva?!

— Você sabia que a ilha era o melhor lugar para atacar. Agora que voltamos para a Cidade Capital, será impossível tentar de novo!

— Sua idiota!

Frederico bateu sem piedade nela.

Letícia gritava sem parar, sofrendo a ponto de querer morrer.

Quando Frederico cansou de chutar, seu rosto estava cheio de fúria: — Levem-na para o laboratório!

Ao ouvir a palavra "laboratório".

O rosto de Letícia empalideceu. Ela sabia que tipo de lugar era aquele; se fosse para lá, ela se tornaria um rato de laboratório e perderia a vida!

Ela rastejou, abraçou as pernas de Frederico e gritou bem alto: — Pai! Eu não estraguei tudo! Eu não estraguei nosso plano. Eu deixei aquela maldita da Cecília viva para te dizer que, desta vez, eu vou ganhar a competição!

— Eu garanto que nossa Equipe Vanguarda vai tirar o primeiro lugar na competição em equipe!

— Eu só deixei a Cecília viva porque tinha certeza de que íamos ganhar. O relatório do experimento sobre neurônios que enviei com certeza vai quebrar o recorde mundial, o governo vai promovê-lo e vai conseguir a patente de mais alto nível!

Letícia falou rápido demais, com medo de que Frederico começasse a bater nela de novo.

Depois de terminar, ela respirou fundo, chorando e soluçando.

Frederico fez uma pausa.

Ele olhou para Letícia de cima a baixo com as sobrancelhas franzidas, obviamente incrédulo.

Ele sabia bem as capacidades da própria filha.

Ela tinha, sim, algum talento.

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