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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1127

Todo mundo ia sentar no navio de ônibus que o torneio separou para sair da ilha.

Ela disse que todos eram miseráveis, não foi?

Flora cerrou os punhos e xingou: — Quem gosta da porcaria do navio de vocês? Como vamos saber se não vão tentar nos afogar?

— E nós gostamos de ficar juntos. Nós estamos unidos. Quem aqui é igual a vocês da Equipe Vanguarda? Vocês são todos vermes, lixos!

Letícia fechou a cara.

Essa Flora não parava a boca.

E as palavras de xingamento não passavam.

Se ela soubesse, ela adicionava mais dose para Flora e ela iriam junto de Esperança pro laboratório!

Esquece.

Ela não queria focar nesses perdedores por enquanto.

Ela esperaria o resultado e a amostra de dados que seriam públicos.

E então viu até que ponto Flora continuaria.

Letícia sorriu de deboche: — Parem de falar tanto, vocês são miseráveis de uma vila de montanha e não chegarão aos iates nessa vida.

— Vocês só merecem chorar pelo lado e ter inveja de mim!

Isso ocorreu assim que as palavras sumiram.

— Biiiiiiib!

De repente, um bipe de sirene comprido atravessou o horizonte e se espalhou pelo mar.

Um som ensurdecedor.

Engoliu todo o som que o navio de Sampaio possuía.

Todos se viraram para observar em pensamento.

Havia uma presença colante atravessando a tempestade e rumando por trás de todos.

Conforme as margens se cobriam, eles expiraram o ar.

Era... Um cruzeiro gigante!

Tão grande, alcançando a altura de um piso oitavo, preto como escuridão e traços ouro escuro o marcando.

Estava acima da água e era semelhante a um castelo!

A coisa aproximou.

E os milhões de iates de família Sampaio ficaram menores e mais desoladores em segundos.

Nos recifes onde ele bateu, chegou até a ser abalado.

O elenco se congelou em campo.

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