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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1105

— Hahaha, o que se planta, se colhe. Só podemos desejar boa sorte e manter o respeito.

Letícia tremeu de raiva e rugiu entredentes: — Eu disse que dou conta sozinha. Não sou como vocês, um bando de cães que só sabem abanar o rabo e implorar!

— Ha! Hahahaha!

De repente, uma risada abrupta ecoou.

A colega de equipe que acabara de ser esbofeteada por Letícia riu.

Ela segurou o próprio rosto vermelho e inchado, as lágrimas ainda escorrendo, mas os seus olhos estavam vermelhos e o seu olhar tornou-se extremamente feroz.

— Sozinha?

Ela encarou Letícia e deu uma risada fria: — Letícia Sampaio, você não tem vergonha na cara?

— Desde que entramos na ilha até agora, além de mandar e xingar as pessoas, você fez alguma coisa útil?

— Você não consegue rodar os dados do experimento nem construir o modelo. Você é uma inútil, sabia?

— Você é burra e não se esforça! Ontem, a Deusa Ceci deu a aula e você não nos deixou ir. E qual foi o resultado? Por causa da sua autoconfiança miserável, você tratou o futuro de toda a equipe como brincadeira!

— Sem a orientação da Deusa Ceci, quem é você?

— Nesta vida, você não passará nem do algoritmo central!

— Você ainda me bate? Por que me bate?

— É, você está certa, eu sou baixa! Fui baixa por acreditar nas suas mentiras, por ter feito equipe com você!

— Continue sonhando aqui sozinha, sua idiota!

— Eu vou sair da equipe, cansei!

Dito isso, a colega de equipe arrancou o crachá da equipe de seu peito e atirou em Letícia.

Ela virou-se e correu para fora do refeitório sem olhar para trás.

Letícia ficou desnorteada com as ofensas.

Desde pequena, quando ela fora ofendida e chamada de inútil ou idiota, apontando-lhe o dedo?

Ainda mais por uma colega de equipe que sempre dependera dela?!

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