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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1095

— Meia hora...

Cecília concordou: — É o suficiente.

O Árbitro-Chefe Russo ficou confuso: — Suficiente para quê?

Cecília não deu atenção a ele e olhou para Flora Rocha: — Vá pegar o quadro branco reserva do laboratório.

Embora Flora Rocha não entendesse o motivo, foi fazer o que ela pediu.

Ela arrastou o quadro branco.

Cecília pegou um pincel atômico preto na caixa e ficou de frente para o quadro branco: — Já que estamos sem nada para fazer, e todo mundo está interessado no cálculo desse passo, vou explicar o processo de dedução desse algoritmo central uma vez.

— Em meia hora, vou detalhar para vocês todos os algoritmos e a lógica de dedução básica.

— O quanto vocês vão entender depende de vocês.

Os competidores, que esticavam o pescoço querendo ver o tablet, ficaram sem reação.

Todos olharam para Cecília em frente ao quadro, sem acreditar.

Ela... O que ela disse?

Ela ia detalhar o processo de dedução do algoritmo central e explicar para eles?

Ia dar uma aula pública?

Aquilo era uma competição!

Todos eram rivais.

Ela não tinha medo de eles usarem o raciocínio dela para ganhar a rodada?

Vendo que ninguém se mexia, Cecília apertou os olhos e bateu o pincel no quadro branco: — O que estão esperando? Venham todos.

— Deusa Ceci, você... está falando sério? — Um competidor engoliu em seco, com o rosto cheio de empolgação. — Esses são os dados centrais do experimento de neurônios, e você vai nos ensinar assim?

O rosto de Cecília tinha uma expressão confiante, seus lábios formaram um sorriso descontraído: — E daí se eu ensinar?

— Vocês conseguem me vencer?

Essa frase foi de uma arrogância extrema.

Mas também foi extremamente estilosa.

Os olhares dos competidores para Cecília não eram mais de simples admiração, mas de fanatismo.

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