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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1053

— Cecília Rodrigues, o que estão fazendo?!

O Árbitro-Chefe Russo, pálido e ignorando a perna ferida, levantou-se: — Vocês enlouqueceram? Parem com isso agora!

Cecília ficou ali com as mãos no bolso e postura de chefe: — Nós vimos o Alojamento Térreo do Setor F.

— Eu acho que essa competição é vital para nós, competidores.

— Tem a ver com a honra nacional.

— Portanto, eu decido sozinha que nós vamos ficar nesta sua vila.

Uma fala arrogante.

Tão arrogante que trouxe os membros do Comitê de Arbitragem de volta à realidade.

Os competidores desta edição.

Eram assim tão audaciosos?

Tinham coragem de invadir a casa do Árbitro-Chefe?

Um homem do Comitê de Arbitragem gritou: — Vocês, recolham as coisas do Árbitro-Chefe Russo imediatamente e caiam fora!

— Você, competidora, o que pensa que está fazendo? Esse é o quarto do Árbitro-Chefe, invadir e arrombar a porta quebrando um bem público é violação das regras!

Vários homens do Comitê de Arbitragem levantaram-se.

Seis ou sete brutamontes com mais de um metro e noventa postados de pé.

Com presença intimidante.

A sensação de pressão era óbvia.

Davi Castro e os demais encolheram o pescoço instintivamente, mas forçaram-se a ir à frente para proteger sua líder.

Todos fracos e magros, mas mantendo a cabeça erguida para parecerem fortes.

Cecília olhou para eles à frente dos homens duros, pareciam pequenos pintinhos.

Ela sorriu.

Ergueu a mão para afastá-los.

— Violação de regras?

Ela ergueu as sobrancelhas levemente, moveu as pernas longas de forma descuidada e passou por seus companheiros, indo à frente.

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