No caminho de volta, Cícero recebeu uma ligação de Weleska Castilho.
Ao ver o nome na tela, ele originalmente não estava muito disposto a conversar, então não atendeu.
Mas ela ligou novamente e Cícero atendeu.
— Cícero, onde você está? Tenho uma emergência. Pode vir me ver?
Cícero perguntou num tom sério: — Weleska, o que aconteceu?
A voz de Weleska estava repleta de angústia, e, pelo som, era algo muito urgente.
— Aconteceu alguma coisa com a família Castilho, e eu não sei o que fazer. Cícero, venha me ajudar, sim? Eu realmente preciso de você.
Cícero pensou um pouco e perguntou: — Onde você está?
— Eu estou na empresa. Não ouso sair.
— Humm. Espere aí — disse Cícero.
O tom de Weleska melhorou abruptamente e ela disse: — Então venha rápido, Cícero. Vou te esperar.
Ao desligar, Cícero ligou para Damiano.
Damiano perguntou: — Sr. Machado, quais são suas ordens?
Cícero: — Parece que Weleska está com algum problema. Ela está na empresa de design dela. Vá dar uma olhada.
— Entendido. E você? O senhor vai vir, Sr. Machado?
Cícero não respondeu na mesma hora: — Primeiro, vou voltar para ver Eduarda. Após você ir até lá, me ligue para contar qual é a situação.
— Sem problemas, Sr. Machado. Eu irei ver a Sra. Castilho.
Cícero continuou acelerando o carro em direção ao apartamento de alto padrão.
Ao chegar em casa, Cícero abriu a porta, mas não havia sinal de Eduarda lá dentro.

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