"Ângela, como você demorou para descer do carro?" Enzo Alves correu para perto.
Ângela segurou a testa e rapidamente inventou uma desculpa, "Eu... de repente me senti um pouco enjoada e precisava descansar."
Nesse momento, uma borboleta voou e pousou em seu cabelo.
Aída, vendo a cena, apressou-se em pegar o celular para tirar uma foto.
"Ângela, as borboletas gostam de você, pousou no seu cabelo. Ela certamente foi atraída pela sua beleza. Você é tão linda que não só os filhos da elite caem aos seus pés, até as borboletas se encantam por você."
Enquanto falava, lançou um olhar significativo e meio disfarçado para Felipe.
Felipe sentir-se impotente, essa pequena travessa e espirituosa, não tinha papas na língua.
Ângela sorriu, "É porque eu lavei o cabelo de manhã, ainda está com cheiro de xampu."
Aída mostrou a língua, "Eu também lavei meu cabelo de manhã, por que ela não pousou em mim?"
Ângela riu, "Você usou xampu de gengibre, como isso ia atrair ela?"
Aída coçou a cabeça e riu junto.
Naquela manhã, ela usou o xampu errado, o xampu de crescimento capilar de Lourival, com um cheiro forte de gengibre.
Galeno pegou uma borboleta e correu feliz em direção a eles, "Mamãe, tio, eu peguei uma borboleta, posso levar para casa para cuidar?"
Ângela acariciou sua cabeça, "Querido, este é o lar dela. Se você a levar, ela não vai ver seus pais, irmãos, irmãs e amigos. Ela ficaria muito triste."
Galeno piscou, "Então tá bom, vou deixá-la em casa." Ele soltou a borboleta, que voou rapidamente e desapareceu entre as flores.
Olhando para onde a borboleta havia voado, seus olhos brilhantes ficaram um pouco sombrios, "Mamãe, eu também sinto falta de nossa casa na Cidade Misteriosa, dos meus amigos. A gente vai poder voltar para Cidade Misteriosa?"
Ela se virou, percebendo que Felipe queria dizer algo, e decidiu ficar.
"Vocês vão na frente, eu vou beber uma água e descansar um pouquinho."
Os dois se sentaram sob um guarda-sol.
Felipe lhe entregou um copo de suco, "Esqueci de te contar, antes de viajar a trabalho, encontrei com o primão. Ele disse que tem um irmão chamado Zito, que criava muitos insetos e frequentemente os soltava para picá-lo, deve ser por isso que ele odeia insetos."
"Sério?" Aída ficou chocada, "Que desgraçado faria uma coisa dessas, mexer com o grande Senhor da nossa família Valentim? Eles não querem mais viver?"
Felipe falou baixinho: "Pensa bem, com quem o primão costuma andar, se tem alguém chamado Zito por perto?"
Aída pensou por um longo tempo, mas não conseguiu se lembrar, "Normalmente quem cuida do meu irmão mais velho é a babá. Se existisse essa pessoa, com certeza saberíamos."
Felipe sugeriu: "Será que não é alguém da casa da pequena tia? Você não disse que o nosso primo não gostava muito de visitar a casa dela?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Destino Cruzado, Não Soltar!
Estou no capítulo 806, manda mais...
Por que o escritório não nos dá uma resposta?...
Eu estava no capítulo 723, e agora não aparece mais, voltou para o 324. Já comprei muitos capítulos no Bee, não posso gastar mais. O suporte consegue me ajudar!...
Achei o capítulo q estava 723 e baixou tudo isso....
Eu estava no capítulo q a Ângela estava descobrindo sobre a Leila, q ela perguntou para Felipe se Angela tinha dado veneno para ela. Acho q era o capítulo 713 ou 720 algo assim...
Porm que vc não coloca no capítulo q estava antes, agora não lembro no q estava mas acho q era no 813, voltou muito para trás, já ficou sem graça, vou ter q parar de ler, que chato....
Estou no começo do livro ainda, acho que falta um pouco de romantismo, os pais dos gêmeos só brigam? Fica meio cansativo; ela devia ser mais inteligente e tentar conquistar o homem, mas só o espanta?....
Eu estava na.pagina 20 e agora voltou para a 9....
Ué o que está acontecendo? Voltou para trás a história?...
Agora deram pra repetir capítulos iniciais?! Que falta de respeitoco.os leitores!...