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Destino Cruzado, Não Soltar! romance Capítulo 514

Ângela foi ao escritório de Felipe e preparou para ele um cappuccino com esmero.

Ao ver o desenho de uma carinha de cachorro na espuma, ele franziu ligeiramente a testa.

"Por que deu uma cabeça um cachorrinho para mim?"

Com um sorriso travesso, ela respondeu: "Ultimamente, é o que mais vejo na internet. Me deu vontade de fazer um, não é fofo?"

Felipe deu um pequeno gole, desde que não estivesse apostando contra ele e xingando-o de propósito, estava tudo bem.

Ultimamente, as provocações dela o tinham atingido fundo, deixando uma sombra em seu psicológico.

"Daqui a alguns dias, meu tio virá para Cidade Mar, querendo trazer aquele menino junto. Minha mãe concordou."

A ideia original era esperar até o aniversário de noventa anos da vó para voltar, mas já que o tio ia trazê-lo, melhor aproveitar para conhecer de fato o garoto.

Ângela imediatamente demonstrou interesse: "Por que a família Valentim o traria de repente para Cidade Mar?"

Misturando o café, Felipe respondeu: "Quando ele chegar, saberemos."

Ela mostrou um sorriso irônico: "Sr. Martins, com sua visão aguçada, basta dar uma boa olhada nele para descobrir algo."

Ela fez uma pausa e mudou o tom ligeiramente: "Mas devemos julgar com objetividade, pois pode não ser ele. Agora, o principal é usar o método de eliminação."

Felipe estreitou os olhos, uma frieza mortal brilhando neles: "Não importa quem seja, mesmo que eu tenha que revirar o mundo do avesso, vou encontrá-lo."

Desta vez, ele tinha que erradicar completamente a AK, preferindo errar ao matar cem a deixar escapar um sequer!

Ângela jogou o cabelo da testa para trás: "Alguma novidade do lado do Xhaka?"

"Por enquanto não." Felipe tamborilava com os dedos na mesa, com uma expressão muito sombria. Como se estivesse pensando.

Ela continuou: "Ele chegou tão ostensivamente e até foi a festas. Talvez seja só uma cortina de fumaça, e a pessoa que realmente vai agir não seja ele."

O homem franzia as sobrancelhas, cada vez mais tensas: "Esqueça essa ideia agora mesmo. Enquanto eu for o chefe da GM, não pense em trocar de empresa."

Ângela ergueu o olhar, desafiando-o sem medo: "E se eu insistir em mudar, você vai me 'silenciar'?"

Ele a puxou para um abraço apertado: "Se você não se comportar, vou te trancar no quartinho escuro."

Ela o encarou: "Se eu realmente decidir ir, você não poderá me manter. Mesmo com todo o seu poder, não pode controlar tudo. Eu consegui te deixar três anos atrás, e posso fazer o mesmo agora."

Essas palavras tocaram um ponto sensível nele.

Perdê-la três anos atrás foi uma ferida que nunca cicatrizou em seu coração, e ele não suportaria uma segunda vez.

"Não deixarei que o que aconteceu há três anos se repita."

Um sorriso triste surgiu no rosto dela: "Quem sabe desta vez, eu possa realmente morrer, não é?"

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