Ângela avaliou que ela não conseguiria mais caminhar, senão certamente não teria se refugiado ali.
Sem pensar muito, ela se aproximou e a amparou: "Vem comigo."
"Estou bem." - Kerry tentou se afastar, mas Ângela não o soltou: "Vejo que você está com dor de barriga e sei que dói muito. Não precisa fazer força."
Ela ajudou Kerry a entrar no banheiro e a fez sentar-se em uma cadeira, depois fechou a porta.
"Conheço uma técnica para aliviar a dor, vou pressionar aqui um pouquinho e você vai se sentir melhor."
Ângela se agachou e, com o polegar, pressionou um ponto abaixo do joelho de Kerry.
Quando seu pai trabalhava em uma empresa estatal e voltava para casa após as festas com dor de estômago depois de beber, sua mãe usava esse método para aliviar a dor.
"O azarado lá de casa sempre tem que participar de eventos e beber. Toda vez que ele fica com dor de estômago, eu uso essa técnica para aliviar a dor."
Kerry não disse nada, nem tentou impedir.
Ângela não sabia por que seu instinto maternal havia aflorado de repente, talvez fosse sua bondade inata. Mesmo sendo uma inimiga, ela não conseguia evitar ajudar alguém em dificuldade.
Depois de pressionar o lado esquerdo, ela fez o mesmo no direito.
Pouco a pouco, a dor de estômago de Kerry cessou e sua cor melhorou.
"Estou me sentindo um pouco melhor, obrigada."
"Não há de quê." - Ângela sorriu levemente: "Daqui a pouco, tome uma água para aquecer o estômago."
Ela se levantou, pronta para sair, mas a voz de Kerry chegou de um canto: "Não quero que ninguém saiba que estou com dor de estômago, espero que você consiga manter segredo."
Havia um tom de advertência em sua voz.
"Então, por que se preocupar? Mantenha firme sua posição, e quando o bebê nascer, o chefe vai resolver tudo." - Kerry disse.
Leila acariciou sua barriga ainda lisa: "Se eu estiver grávida, não poderei acompanhá-lo, e ele certamente procurará outras mulheres. Você sabe, mesmo que um homem te ame, ele não vai ficar sem se aliviar. Tem muita raposa ao redor dele, e eu não quero que os filhos ilegítimos ameacem a posição do meu filho."
Um sorriso malicioso apareceu nos lábios de Kerry: "Você está preocupada com essas mulheres de uma noite ou com a volta da ex-esposa dele?"
"Ângela?" - Leila riu com desdém: "Felipe nem gosta da Ângela, só vê nela a capacidade de fazer dinheiro para a GM. Se não fosse pelo Henrique tentar levá-la, ele nem teria dado mais atenção à Ângela."
Kerry arqueou uma sobrancelha: "Tem certeza?"
"Absoluta, ele mesmo me disse." - Leila afirmou.
Cada palavra delas chegava aos ouvidos de Ângela sem perder uma sílaba.
Independentemente de ser verdade ou não, as palavras de Leila a deixaram desconfortável.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Destino Cruzado, Não Soltar!
Estou no capítulo 806, manda mais...
Por que o escritório não nos dá uma resposta?...
Eu estava no capítulo 723, e agora não aparece mais, voltou para o 324. Já comprei muitos capítulos no Bee, não posso gastar mais. O suporte consegue me ajudar!...
Achei o capítulo q estava 723 e baixou tudo isso....
Eu estava no capítulo q a Ângela estava descobrindo sobre a Leila, q ela perguntou para Felipe se Angela tinha dado veneno para ela. Acho q era o capítulo 713 ou 720 algo assim...
Porm que vc não coloca no capítulo q estava antes, agora não lembro no q estava mas acho q era no 813, voltou muito para trás, já ficou sem graça, vou ter q parar de ler, que chato....
Estou no começo do livro ainda, acho que falta um pouco de romantismo, os pais dos gêmeos só brigam? Fica meio cansativo; ela devia ser mais inteligente e tentar conquistar o homem, mas só o espanta?....
Eu estava na.pagina 20 e agora voltou para a 9....
Ué o que está acontecendo? Voltou para trás a história?...
Agora deram pra repetir capítulos iniciais?! Que falta de respeitoco.os leitores!...