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Destino Cruzado, Não Soltar! romance Capítulo 365

Felipe estacionou o carro em frente à sua casa de praia.

Ela estava tão bêbada que não seria possível levá-la de volta ao seu apartamento na Baía de Guanabara.

Ele a carregou para fora do carro e a acomodou no sofá.

Era a primeira vez que ela visitava aquele lugar, olhando em volta com uma curiosidade embriagada.

"Este não é seu lugar secreto para namorar, é?"

Ele beliscou levemente a bochecha dela: "Eu só mantive você aqui."

Era de se esperar!

Ela levantou as mãos e as envolveu no pescoço dele: "Seja honesto, quantas mulheres você já teve?"

Ele a olhou seriamente, com uma expressão serena: "E se eu lhe dissesse que você é a única mulher, você acreditaria em mim?"

"Claro que não!" - Sua cabeça balançou como um pandeiro: "Não se pode confiar em você de jeito nenhum."

Seu coração estava batendo forte sob a influência do álcool, como ondas agitadas.

Sua temperatura corporal subiu rapidamente.

"Você quer fazer uma inspeção?"

"Como assim?" - Ela o encarava com os olhos semicerrados.

Os dedos longos dele deslizaram para dentro de sua roupa: "Deixa que eu te mostro!"

"O que você está pensando em fazer? Não se atreva." - Ela tentou empurrá-lo, mas o álcool tinha tirado toda sua força.

Logo em seguida, ele tirou suas roupas.

O olhar dele estava fixo nos seios dela, quente como brasa.

"Felipe, não... não faz isso..."

Ela balançava a cabeça freneticamente, tentando falar alguma coisa, mas seus lábios foram calados por um beijo arrebatador...

No dia seguinte.

Com o sol já alto no céu, ela ainda estava dormindo.

Sua pele branquinha estava marcada por marcas roxas.

Ele tinha sido muito intenso, e ela tinha desmaiado de cansaço.

Felipe estava apoiado na beirada da cama, com uma expressão de satisfação.

Ela era irresistível, tão perfeita que parecia uma donzela em sua primeira noite, e não uma mulher que já tinha tido dois filhos.

Felipe beliscou o nariz dela suavemente.

Nenhuma mulher teria essa audácia, a menos que quisesse encontrar seu fim.

"Não importa o que você queira fazer, vai em frente sem medo, estou aqui para te proteger."

O tom dele era de um carinho absoluto e uma condescendência total.

Ângela Alves se sentiu toda lisonjeada, mas sabia que aquele cara podia mudar de ideia a qualquer momento, então não criava expectativas.

"Estou com fome, preciso comer alguma coisa."

Ela tentou se levantar, mas ele a segurou de volta na cama: "Vou fazer uma feijoada para você."

O quê?

Ela ficou chocada. Tinha ouvido direito?

"Você sabe fazer feijoada?"

"Fazer uma comidinha é tão difícil assim?"

Ele levantou as sobrancelhas com orgulho, mesmo que secretamente tivesse treinado por um tempão e queimado os braços mais vezes do que podia contar.

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