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Destino Cruzado, Não Soltar! romance Capítulo 291

As elites eram como um harém, dez madrastas, nove eram malvadas e a décima era falsa como chá verde, todas ansiosas para que seus filhos herdassem os negócios da família, enquanto os enteados eram como espinhos em seus olhos, desejando desesperadamente eliminá-los.

E se ela fosse embora, quem protegeria o Nilo?

Ela já havia perdido Noe, não podia perder Nilo também!

Com os dentes cerrados, ela mostrou uma expressão de resolução.

Ela tinha que negociar as condições com Felipe, seu filho seria cuidado por ela, de jeito nenhum ela deixaria Helena chegar perto do menino!

Se as condições não fossem negociadas, ela não assinaria, preferia morrer a assinar!

Depois do banho, ela se deitou na cama, virando-se para olhar o filho no berço.

Às vezes, ele sorria suavemente, como se entendesse a história que o pai estava lhe contando.

O sorriso de um bebê é o mais inocente, o mais puro, o mais angelical.

Ela queria que a infância de seu filho fosse despreocupada e feliz, sem nunca carregar as sombras inesquecíveis de seu pai.

Felipe notou algo estranho nela, um pardal que sempre tagarelava, agora estava em silêncio, e isso não era um bom sinal.

"Não foi à festa hoje? Não se divertiu?"

Com um enorme chapéu de chifre na cabeça, que mal permitia que seu pescoço se levantasse, como ela poderia estar feliz?

Ela pensou consigo mesma, mas manteve sua expressão o mais calma possível.

"Foi bom, só estou um pouco cansada."

Ela queria falar sobre a morte inesperada do médico, mas engoliu as palavras antes de dizê-las; afinal, eles estavam planejando ter outro filho, então por que se preocupar com Noe que se foi? Era melhor não se humilhar.

Foi então que o celular dela vibrou, uma mensagem do WhatsApp de Elton: [ Ângela, voltarei ao país amanhã, podemos jantar juntos à noite? ]

Ela olhou para o lado e Felipe também viu, franzindo a testa. Ele pegou o celular dela e o jogou no sofá com violência: "Você não vai atender e não vai sair daqui".

Ângela ficou furiosa, a raiva e o ressentimento subindo à cabeça.

"Eu nunca teria essa capacidade. No que me diz respeito, o casamento deve ser igualitário, caso contrário, é melhor que cada um siga seu próprio caminho."

Ele segurou seu queixo com firmeza, olhando para ela com um sorriso zombeteiro: "Você acha que tem o direito de exigir igualdade comigo?"

Ângela sentiu como se tivesse levado uma facada na espinha.

Ela não tinha esse direito!

Aos olhos dele, ela era comum, sem valor, insignificante.

Ele nunca a viu como uma verdadeira esposa, na verdade, em seu coração, ela não era digna de ser sua esposa.

Como poderiam falar em igualdade?

"Então, nenhum de nós é o parceiro certo para o outro."

Um brilho de raiva brilhou em seus olhos: "Mesmo que você queira ir embora, você precisa cumprir suas obrigações primeiro".

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