Luana sentia que quase não conseguia respirar.
Choramingando baixinho, fechou as mãos em punhos e deu socos fracos no ombro de Ulisses.
A energia provocativa que tivera ainda há pouco havia sumido completamente.
Agora ela estava sendo beijada até ficar digna de pena, sem nenhuma capacidade de revidar.
Como Ulisses a deixaria em paz tão facilmente?
Ele a estava beijando agora, pois na próxima vez ela com certeza tentaria evitá-lo.
Ela era uma canalhinha sem coração!
Tinha sido a sua primeira vez segurando a mão de uma mulher, a primeira vez abraçando uma, a primeira vez beijando, a primeira vez...
No fim, não só ela não se responsabilizou por nada, como ainda questionou as intenções dele!
Se não fosse pelo fato de que ela ainda não era divorciada, será que Ulisses estaria sofrendo com tanta frustração?
O assunto do divórcio não podia ser adiado de jeito nenhum!
Mas claro, a sessão de beijos daquele momento também não podia parar tão fácil.
Usando a mesma tática, Ulisses voltou a dar tempo para que ela respirasse um pouco de ar puro.
E a beijou de novo.
No vaivém, Luana se derreteu, amolecida sobre o corpo dele como uma poça d’água.
Ulisses teve que segurá-la para que não escorregasse para baixo.
O braço que, antes, envolvia o pescoço dele caiu frouxamente ao lado do corpo.
A voz de Luana já havia se transformado em um gemido suplicante.
Ela se sentia como um pirulito, sendo chupado e lambido até quase derreter por completo.
Não se sabe quanto tempo passou até Ulisses finalmente a deixar em paz.
Não era porque ele estava satisfeito; quando se tratava de beijos, Ulisses acreditava que nunca se saciaria. Poderia beijar para sempre.
A verdade é que... se continuasse beijando, ele realmente não conseguiria controlar o próprio corpo.
Ele a abraçou, mantendo os dois juntos.
Ficou em silêncio, respirando fundo, empurrando gradualmente o desejo do corpo para baixo.
Luana também se aquietou, sem coragem ou forças para fazer outro gesto provocante.
O carro já havia parado fazia tempo, mas, sem a ordem de Ulisses, ninguém ousava perturbá-los.
No carro de trás, Bruna estava uma pilha de nervos.
— O meu primo não está fazendo nada de ruim com a Luana, está? O que vocês acham que eles estão fazendo?
Em um carro cheio de guarda-costas, nenhum sequer respondeu à sua pergunta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata
Continua bloqueado os capitulos do 30 a 144, como podemos ler os outros gratuitos assim?????????...
Poxa....Desbloqueia do 30 ao 144, pq do 145 para frente estão desbloqueado....
Pq tá bloqueado do 30 até o 144, e não bloqueado do 145 até o 165?...
Não vai abrir os capítulos gratuitos? Quero muito ler!...
Vai ter atualização?...
Esse livro é muito bom! Libera mais capítulos grátis por favor!...