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Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata romance Capítulo 255

Acaso essa mulher fora enviada pelos céus para torturá-lo?

Isso ia matá-lo!

Ele segurou o pulso fino dela, sem se atrever a usar muita força.

Tinha medo de que se quebrasse com um toque leve.

Como podia ser tão fino?

Ela era magra demais.

No futuro, teria que alimentá-la bem para que engordasse.

Mas quando ele segurou as mãos dela, a mulher se rebelou de novo.

Ela tentou se libertar, fazendo força com o corpo inteiro.

A consequência de ela se contorcer daquele jeito foi o rosto de Ulisses ficar lívido.

Luana também não estava confortável, e queria mudar de lugar.

Mas Ulisses a prendeu pela cintura, não deixando que ela se mexesse.

Já que ela tinha tomado a iniciativa de se sentar, ele não ia deixá-la sair tão facilmente.

O que ela achava que era aquilo? Que podia chegar e sair quando bem entendesse?

Incapaz de se mexer e sentindo-se espetada, Luana começou a resmungar dengosa nos braços de Ulisses.

Desde criança, ela nunca tivera o costume de agir com dengo; sua família nunca lhe dera a chance de fazê-lo.

Mas, desde que conhecera Bruna, aprendera que a Senhorita podia ser ruim em várias coisas, mas sua técnica de fazer charminho era de primeira linha.

Quem anda com os porcos, farelo come. Passando tanto tempo com ela, Luana acabou assimilando aquele comportamento e, de vez em quando, também agia de forma dengosa inconscientemente.

Se estivesse sóbria, Luana jamais agiria com dengo perto de Ulisses, nem que a matassem.

Mas, agora que estava bêbada, algumas emoções se ampliaram infinitamente.

A habilidade de fazer charminho parecia ter melhorado muito.

— Bruna...

O nome que ela chamava era o de Bruna.

— Esse banco é muito duro...

— Que desconfortável.

— Por que não está me respondendo?

Ela resmungou duas vezes, curvou o corpo e descansou a cabeça no pescoço de Ulisses.

Sua bochecha roçou no pescoço dele.

— Não fique brava!

— Não vou mais beber.

— Se eu beber de novo, sou um cachorrinho!

Para Ulisses, ela já parecia um cachorrinho naquele instante.

Um cachorrinho que ainda não tinha sido desmamado.

Com cheiro de leite, macia e perfumada.

A bochecha esfregando no pescoço quase fez sua respiração parar.

Não, aquilo não era um cachorrinho.

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