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Deixe-me ir, meu marido mafioso romance Capítulo 84

A porta do carro fechou com um baque sólido, e Alessandro não perdeu tempo em ligar o motor. Seu pé pressionou com força o acelerador, navegando pelas ruas movimentadas com uma precisão que falava tanto de urgência quanto de controle. As luzes da cidade se misturaram em riscos de cores, um caleidoscópio de neon e faróis, enquanto eles avançavam pela noite.

Mia observava o mundo do lado de fora da janela, sua respiração presa na garganta à medida que o calor crescia em seu âmago. Esse homem perigosamente sexy ao seu lado era irresistivelmente sedutor, e ela se via oscilando na beira entre a sanidade e o desejo louco. A tensão no carro era palpável, uma batalha silenciosa entre contenção e anseio.

A mão de Alessandro encontrou a de Mia, seus dedos se entrelaçando enquanto seus olhos se encontravam, travando uma conversa silenciosa que dizia muito. O olhar intenso de Alessandro escureceu, refletindo a tempestade de emoções que ela sentia. Luxúria, desespero, uma fome que parecia insaciável.

O olhar de Alessandro voltou para a estrada, mas seu polegar roçou nas costas da mão dela, um simples toque que enviou arrepios pela espinha de Mia. O pulso dela acelerou, seu corpo respondendo à promessa silenciosa em seu toque.

— Merda! — Alessandro gemeu, sua pegada no volante se apertando, seus nós dos dedos brancos de tensão. Sua mandíbula estava firme, seus olhos escuros de determinação e desejo mal contido. — Eu preciso de você tão desesperadamente. Não acho que consiga esperar até chegarmos em casa. — ele murmurou, sua voz rouca de necessidade.

Mia olhou para ele, uma mistura de nervosismo e desejo inundando suas veias. Ela nunca o tinha visto tão excitado, tão desesperado. Seu pulso acelerou, e sua respiração ficou presa enquanto o observava. Ele parecia prestes a perder o controle a qualquer momento. Quando seus olhos se desviaram para fora do carro, ela percebeu que Alessandro tinha virado em uma direção diferente.

— Para onde estamos indo? — ela perguntou ofegante.

— Um dos meus hotéis fica na esquina, e é o lugar mais próximo, querida. — Alessandro sussurrou roucamente. — Eu preciso de você, meu amor.

Mia soltou um suspiro trêmulo, a antecipação aumentando sua excitação. Ela sentiu sua calcinha já molhada. Inferno. Para quem ela estava mentindo? Ela o queria tanto quanto ele a queria. A ideia de estar sozinha com ele, finalmente cedendo ao desejo que queimava entre eles, era quase demais para suportar.

Ela tentou se distrair observando a paisagem urbana passar embaçada pela janela, mas foi inútil. Cada fibra de seu ser estava sintonizada em Alessandro, na atração crua e magnética entre eles. Ela não sabia se conseguiria se conter e não se jogar em seu colo para beijá-lo ali mesmo no meio da estrada.

O carro corria em alta velocidade, só diminuindo quando chegaram à entrada do hotel. Alessandro parou o carro com um guincho no alpendre, onde um manobrista estava pronto para pegar as chaves. Sua impaciência era palpável enquanto ele abria a porta do lado de Mia e pegava sua mão, praticamente a puxando para fora do carro.

Com um senso de urgência, ele a levou para dentro do hotel, seus passos ecoando no grande saguão.

— Meu quarto está pronto? — Alessandro perguntou com voz autoritária, sua presença atraindo imediatamente a atenção do gerente do hotel, que veio correndo em sua direção.

— Sim, senhor. Sua suíte privativa está pronta. — respondeu prontamente o gerente, estendendo um cartão-chave para ele.

Alessandro assentiu friamente, aceitando o cartão-chave antes de levar Mia em direção ao elevador. Sua pegada em sua mão era firme, quase possessiva.

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