— Bom dia, querida. — Alessandro sussurrou ternamente, beijando sua boca entreaberta novamente.
— O que... o que você está fazendo aqui?
Alessandro riu, balançando a cabeça.
— Ah, você me machucou, querida. Eu nunca pensei que depois de uma noite tão apaixonada você esqueceria por que eu estava no seu quarto. — ele sussurrou, seus profundos olhos azuis brilhando com travessura.
Mia não tinha esquecido de nada. Como poderia esquecer o que esse homem incrivelmente sexy e perigoso a fez sentir na noite passada quando ainda podia sentir seu toque, seu enorme comprimento pulsando dentro dela? Ela balançou a cabeça, tentando dissipar os pensamentos pecaminosamente tentadores.
Ela puxou o cobertor até o peito para esconder seu corpo nu enquanto os dedos de Alessandro percorriam seu braço até seu ombro nu, causando inúmeras arrepios em sua pele.
— Você deveria sair de manhã, não é? — ela perguntou, desafiadora.
— Vou ficar. — ele declarou calmamente, fazendo-a piscar de surpresa. — E... — ele apontou para a mesa de cabeceira. Quando Mia seguiu seu olhar, encontrou uma xícara de café fumegante e uma bandeja de café da manhã. — Eu trouxe seu café da manhã na cama, alteza. — ele disse, beijando sua testa.
Parecia que ele não conseguia controlar beijá-la e precisava de uma desculpa para colocar a boca nela toda vez que tinha a chance.
— Você não tem trabalho? — Mia franziu a testa, então percebeu algo. — Meu Deus! Que horas são? — Seus olhos frenéticos se voltaram para o relógio de parede, e se arregalaram ao perceber o quão tarde ela havia dormido naquela manhã. — Afasta, preciso me trocar! Oh Deus, meus filhos vão se atrasar para o dia. — ela gritou, entrando em pânico, tentando se envolver no cobertor e procurando suas roupas. Alessandro segurou seus ombros, impedindo-a de escapar.

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