Alessandro fez amor com Mia novamente, e de novo, chegando dentro dela muitas vezes.
Quando ele terminou, Mia estava sem fôlego, completamente exausta e plenamente saciada, o resultado do sexo alucinante deles. Alessandro recostou-se no assento enquanto Mia lutava para encontrar suas forças. Ao tentar se sentar, os braços fortes de Alessandro a impediram de se mover. Ela suspirou, rendendo-se ao seu abraço firme, e afundou contra o peito dele em derrota.
O italiano pegou o casaco dela e o colocou sobre eles, segurando-a enquanto ficavam ali, com olhos fechados, envolvidos nos braços um do outro.
Naquele momento feliz, eles esqueceram dos seus problemas, o carro que não queria ligar, a nevasca que não parava. O tempo parecia parar enquanto desfrutavam da paz de estarem juntos.
Depois de um tempo, o telefone de Alessandro emitiu um som de notificação, perturbando o sono sereno deles. Ele pegou o telefone, olhou para a tela e depois olhou amorosamente para o rosto de Mia.
A ajuda chegou. Agora podemos ir para casa! — declarou Alessandro.
Mia ficou surpresa ao perceber que ele havia pedido ajuda. Ela não tinha notado ele enviando uma mensagem, mas talvez estivesse muito cansada depois do sexo apaixonado e quente deles para notar qualquer coisa. Ele a ajudou a arrumar o vestido enquanto ela abotoava a camisa dele. Então ela verificou a temperatura dele novamente tocando a testa dele. Ele a observava atentamente enquanto ela cuidava dele, com seus olhos seguindo cada movimento dela.
Os socorristas prenderam correntes ao carro e começaram a retirar a neve ao redor dos pneus. Desta vez, Alessandro assumiu o volante. O caminhão de reboque liderou o caminho, com sua lâmina empurrando os montes de neve para o lado, e eles foram escoltados até o hotel mais próximo. Eles tiveram que ficar lá até de manhã porque a estrada à frente estava bloqueada.
Mia sentou ao lado de um grande aquecedor no saguão do hotel, olhando ao redor e observando o ambiente. Não era um hotel cinco estrelas, mas tinha tudo o que precisavam para sobreviver à tempestade de neve. Ela se inclinou para trás, deixando o calor penetrar em seus ossos, e olhou para Alessandro, que estava conversando com o atendente. Seus olhos seguiam cada ação e movimento dele, atraídos por sua aura escura e intimidante e seu charme sedutor, mesmo que ele não estivesse em sua melhor saúde.
Então, de repente, Alessandro se virou para ela, fazendo-a desviar rapidamente o olhar e fingir admirar as paredes simples do saguão do hotel. Ela estava perdida se ele a notasse o olhando secretamente. Alessandro caminhou em direção a ela preguiçosamente com um rosto sério.
Mia! — ele a chamou pelo primeiro nome, e Mia ficou surpresa ao ouvi-lo. — O atendente disse que eles têm apenas um quarto. Você se importa de compartilhar um quarto comigo? — ele perguntou com sua voz sem expressão.
Mia revirou os olhos internamente. Ele estava realmente falando sério? Ela ficou chocada com o quão rapidamente ele havia mudado, voltando a ser o empresário frio.
Eu tenho escolha? — ela retrucou.
Alessandro assentiu.
— Tudo bem. Aqui está o cartão-chave. Você vai para o quarto. Eu vou depois de assinar o formulário deles.
Mia pegou o cartão-chave e foi direto para o quarto. O carregador levou a bagagem deles. A bateria do telefone dela estava descarregada e havia desligado, então ela fez a primeira coisa que veio à mente: colocou o telefone para carregar. Ela precisava falar com seus filhos.
Depois de um tempo, a porta do quarto se abriu enquanto Mia desfazia as roupas da sua bagagem para trocar por algo confortável para a noite. A figura imponente de Alessandro entrou no quarto, e ele fechou a porta, trancando o trinco de segurança.
Por que você não trancou a porta, hein?! — ele questionou, com o seu tom carregado de frustração.

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