Os punhos de Matteo se cerraram enquanto ele se aproximava, seu olhar mortal e inabalável.
"Deixe uma coisa clara, Tomas," rosnou, a mandíbula apertada enquanto o encarava ameaçadoramente. "Emily é minha, e qualquer um que ousar mexer com ela se torna meu inimigo. O mundo inteiro sabe o que Matteo Vinci faz com seus inimigos - eles não duram muito." Sua voz era baixa, mas cheia de uma ameaça inconfundível, enviando um arrepio pela espinha de Tomas.
Tomas caiu de joelhos, tremendo, implorando desesperadamente: "Não, Sr. Vinci, fui manipulado. Juro, nunca mais me aproximarei de Emily!"
Mal terminou sua frase quando o punho de Matteo pousou com força em seu rosto, o soco tão poderoso que Tomas gemeu de dor ao cair no chão, o impacto não deixando dúvidas sobre a gravidade do aviso de Matteo.
"Não ouse dizer o nome dela com essa boca suja," rosnou Matteo, sua voz soando como um rugido furioso.
Ao ouvir a comoção, o guarda da cela se apressou, começando a abrir a porta ao sentir que as coisas estavam prestes a se intensificar. Matteo respirou fundo, contendo sua fúria, e arrumou seu paletó com uma compostura fria.
Tomas, com o rosto machucado e ensanguentado, olhou para cima, desespero em seus olhos. "Me desculpe," implorou, sua voz tremendo. "Nunca mais farei algo assim. Por favor... me perdoe."
O guarda pigarreou. "Senhor, o tempo acabou. Você precisa sair," lembrou Matteo, lançando um olhar cauteloso para o rosto ensanguentado de Tomas.
Matteo assentiu para o guarda da cela. "Certo," respondeu, então se virou para Tomas com um olhar mortal. "Lembre-se disso se quiser viver. Não importa onde você esteja; acabar com você nunca é difícil para mim."
Tomas assentiu freneticamente. "Vou lembrar, Sr. Vinci."
"Ótimo," respondeu Matteo, seus olhos se estreitando antes de se virar e sair da cela. O guarda o seguiu, trancando a porta atrás deles.
Depois de expressar sua gratidão ao oficial da prisão por sua cooperação, Matteo saiu, sua mente já focada nos responsáveis por afastar Emily dele.

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