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Deixe-me ir, meu marido mafioso romance Capítulo 214

Matteo tropeçou, segurando-se a tempo ao segurar a mão de Emily, evitando por pouco uma colisão na banheira.

"De jeito nenhum, mon amour," ele murmurou, balançando a cabeça enquanto soltava os dedos dela de sua camisa. Emily fez beicinho, parecendo muito chateada com o comportamento frio de Matteo. Ela estava irritada com a intensidade de seu desejo; esse homem não estava lhe dando o que ela queria.

"Se você não entrar nesta banheira comigo, então eu vou sair," ela retrucou teimosamente, sua determinação se fortalecendo enquanto estendia a mão para ele novamente, tentando puxá-lo para mais perto ou pelo menos arrastar-se para fora.

"Tudo bem, tudo bem! Eu entro com você," suspirou Matteo, a derrota permeando sua voz.

Essa mulher tinha um jeito de fazê-lo se render, e ele não conseguia entender por que estava tão disposto a ceder a todas as suas demandas.

Emily lhe deu um sorriso satisfeito enquanto ele começava a tirar os sapatos e meias. Ele queria se despir antes de entrar na banheira, mas não ousava. Ele não confiava em si mesmo perto dessa sedutora sexy que estava testando todos os limites de seu autocontrole esta noite.

Ele levantou uma perna e entrou na banheira, hesitando enquanto levantava o outro pé. Antes que pudesse colocá-lo dentro, Emily, de forma travessa, mordeu o lábio antes de se lançar para frente, puxando-o para dentro da banheira. Ambos caíram dentro, espirrando água por toda parte com o impacto.

"Ui!" Emily gritou, e Matteo instantaneamente esqueceu sua própria dor ao se preocupar com ela.

"Você está bem, querida?" ele perguntou.

"Hmm, estou bem quando estou em seus braços," Emily sorriu timidamente, descansando a parte de trás da cabeça em seu peito.

Matteo suspirou, circulando os braços ao redor dela com amor. O sentimento estranho crescia ainda mais forte, intensificado pela proximidade da mulher que sem saber se tornara parte de seus pensamentos e sonhos diários. Agora, segurando-a dessa forma íntima, parecia surreal.

Mas apenas estar em seus braços não era suficiente para Emily. Ela queria mais. Agarrando o canto de sua camisa branca molhada, agora quase transparente, ela a puxou sobre a cabeça, deixando-se apenas com um sutiã de seda bege, também encharcado e grudado em sua pele.

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